Foi Anderson Barros quem procurou Caio Junior no final da noite de quarta-feira para dizer que a situação estava ficando complicada. Entre outros fatores, porque a eliminação da Libertadores, se acontecer, pode influir na eleição para a presidência.
O discurso da diretoria produziu reação imediata em Caio Junior, que, nestas condições, não queria ficar. Verdade seja dita: a recíproca era verdadeira.
Caio Junior não é mais o técnico do Botafogo, deixa a equipe em quinto lugar, perto de terminar o campeonato com a melhor campanha desde o título de 1995, mas com uma série de decisões contestadas na reta de chegada do Brasileirão.
Caio não mexeu no sistema, antes da derrota para o América Mineiro. Mexeu na armação da equipe, tirando e recolocando Herrera no time. Na partida decisiva para sua saída, contra os mineiros, adotou pela primeira vez um 3-5-2, com Gustavo, Fábio Ferreira e Antônio Carlos.
Não resistiu.
Fonte: ESPN.com.br
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