quarta-feira, 23 de maio de 2012

Por Saad Williyam El Bahssa

Aos meus amigos e meus seguidores comunico que este Blog sofrerá mudanças em seu contéudo, podendo ficar por algum tempo sem noticias...


Em breve novidades


Conto com a compreensão de todos vocês.


Saad


terça-feira, 22 de maio de 2012

Mauricio Assumpção promete novidades e não fala sobre Seedorf

O presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, disse neste terça-feira, no Engenhão, que está semana o clube o clube poderá anunciar novos reforços para a sequência da temporada. Sobre o holandês Seedorf, o dirigente não poderia falar.
- Temos umas situações encaminhadas que o treinador pediu e podemos ter novidades ainda esta semana. Temos um lateral esquerdo e mais duas posições que o treinador apontou que precisamos reforçar - disse.

Fonte: Lancenet! 

Andrezinho fica fora de jogo-treino, mas confia em volta domingo

O Botafogo aproveitou a semana livre para colocar os jogadores que não estão sendo utilizados em um jogo-treino com a Portuguesa da Ilha, na manhã desta terça-feira, no campo anexo do Engenhão. Andrezinho, Marcelo Mattos e Antônio Carlos, que se recuperam de lesão, não participaram da atividade.
Dos três, Andrezinho parece o mais próximo de ficar à disposição do técnico Oswaldo de Oliveira. Ele correu em volta do campo e já está em fase final de recuperação de um estiramento na coxa esquerda. Seu último jogo foi a vitória por 3 a 1 sobre o Vasco na final da Taça Rio, dia 29 de abril.
- Estou bem. Acho que para esse jogo vai dar. Devo treinar com bola na quinta-feira - disse Andrezinho, confiante em sua recuperação plena e na presença contra o Coritiba, no domingo, no Couto Pereira, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
O volante Marcelo Mattos também se recupera de dores na coxa direita. Ele esteve no campo, mas em um grau de exigência físico menor do que Andrezinho. Já o zagueiro Antônio Carlos segue trabalhando na academia, com um edema ósseo no joelho direito, e dificilmente estará em campo contra o Coxa.

Fonte: Globoesporte.com 

SuperVia anuncia novo esquema de trens para partidas no Engenhão

A SuperVia, concessionária que administra o serviço de trens no Rio de Janeiro, anunciou nesta terça-feira um novo esquema de transporte para os torcedores assistirem partidas de seus clubes no Engenhão. A partir desta quarta-feira, quando o Fluminense recebe o Boca Juniors no estádio, às 19h30m (de Brasília), pelas quartas de final da Taça Libertadores, as novidades já estarão valendo. Serão seis viagens extras diretas entre a Central do Brasil e a estação Engenho de Dentro. As medidas valerão para os jogos até o fim da temporada com alterações apenas de acordo com os horários.
De acordo com a assessoria da concessionária, todos os trens, equipados com ar condicionado, sairão da plataforma 4 da Central a cada 30 minutos, entre 17h e 19h30m, chegando ao Engenhão em cerca de 20 minutos. Entre essas viagens extras e diretas, os torcedores ainda poderão usar os trens paradores regulares de Deodoro, Bangu e Campo Grande (intervalos de 10 minutos), e os trens semidiretos dos ramais Santa Cruz e Japeri (intervalos de cinco minutos).
Os torcedores ainda terão uma entrada especial para acesso às plataformas na Central. Para evitar grandes tumulto nas bilheterias, vendedores papa-fila da SuperVia vão oferecer bilhetes de ida e volta para o Engenhão. Cada passagem custará R$ 2,90. Equipes de atendimento também estarão a postos para dar informações.
Na volta para casa, trens com destino à Central do Brasil partirão da estação Engenho de Dentro com intervalos de 10 minutos. Para Japeri e Santa Cruz, os intervalos serão de 20 minutos. Segundo a Supervia, o objetivo é tornar o transporte mais eficiente e confortável. O funcionamento segue o padrão de grandes eventos como os shows de Paul McCartney e Roger Waters.

Fonte: Globoesporte.com 

Na saída, André Silva revela: há negociações encaminhadas

onfiante numa boa campanha do time no Campeonato Brasileiro, André Silva reconheceu que o elenco ainda precisa de reforços para a disputa da competição. Sua única lamentação é não ter conseguido fazer boas campanhas na Copa do Brasil. Este ano, o time caiu nas oitavas de final no confronto com o Vitória.
- Não conquistamos um título de expressão, mas disputamos uma competição em que pelo menos 10 times brigam e apenas um vence. Nove vão perder, infelizmente, aconteceu com a gente na reta final. O torcedor falando quer ganhar tudo, mas racionalmente sabemos que não é possível. Ficamos em sexto no Brasileiro de 2010, a melhor colocação desde o título de 1995. Precisamos de reforços pontuais, mas estamos com negociações encaminhadas, que o presidente e o Anderson Barros (gerente) vão dar sequencia - explicou André Silva. - A Copa do Brasil é que não aprendemos a jogar.

Fonte: Globoesporte.com 

ANDRÉ SILVA SE DESPEDE: 'FOI UMA DECISÃO DE CONSENSO'

A reformulação no departamento de futebol do Botafogo deu mais um passo nesta terça-feira. André Silva se despediu oficialmente do cargo de vice-presidente de futebol do clube, com a presença do presidente Maurício Assumpção, que acumulará o cargo, na sala de imprensa do Engenhão. Ele revelou que sua saída estava decidida antes mesmo da vitória por 4 a 2 sobre o São Paulo, domingo, mas preferiu esperar para confirmar a mudança e não tirar o momento de alegria do grupo.
- Pensei em anunciar isso no domingo, mas não quis tirar o momento de alegria dos jogadores - disse André Silva.
- Chega uma hora em que você precisa de uma mudança, sem brigas. Foi uma decisçao de consenso entre mim e o presidente. Saio com a sensação do dever cumprido e feliz por nunca terem duvidado da minha honestidade. Volto para arquibancada onde sempre estive e nunca deixarei de torcer por uma das maiores paixões da minha vida. Serei vibrante novamente depois de anos contido como presidente. Vou comemorar e gritar da forma como sempre gostei. O que o clube precisar estarei à disposição - completou.
Visivelmente triste por deixar de trabalhar no Botafogo, seu clube de coração, André Silva comentou a sua passagem como vice-presidente de futebol do clube. Ele ficou no cargo por três anos e meio, conquistando o título do Campeonato Carioca de 2010. O dirigente ainda celebrou a volta do investimento nas categorias de base do clube.
- Agradeço ao presidente pela oportunidade que me deu de trabalhar no clube que eu amo e de fazer parte de um projeto que melhorou o Botafogo de forma absurda. Chegamos aqui com quatro jogadores no elenco em 2009 e conseguimos montar um time graças ao Ney Franco, pois ainda não éramos conhecidos no mercado. Nem telefone a gente tinha. Fazíamos as ligações do meu celular. Hoje fico orgulhoso de ver um time com cinco jogadores formados nas divisões de base no banco de reservas (contra o São Paulo) e uma revelação do clube substituindo um jogador como Marcelo Mattos (Jadson) como titular - disse.

Fonte: Globoesporte.com 

Agente: 'Emprestar Jobson é caminho natural. É o melhor para os 2'

Após retornar de Brasília no domingo,onde passou o fim de semana para resolver problemas particulares, Jobson segue sem definição sobre seu futuro e treinando em separado do elenco do Botafogo. Como não está nos planos, o Alvinegro continua na busca por um clube para o emprestar.
O empresário do jogador, Antenor Joaquim, afirmou que não há nada de concreto, mas que o caminho natural é a negociação para que o atleta não seja desvalorizado:
- É natural isso e será o melhor para os dois: clube e jogador. Ele é um patrimônio e precisa de sequência de jogos para não se desvalorizar - disse, explicando que a escolha do novo time não pode ser precipitada:
- Não podemos escolher qualquer lugar. Temos de avaliar o melhor para ele ter essa sequência.
Náutico e Grêmio Barueri sondaram, mas não houve avanço.

Fonte: Lance! 

Herrera, em entrevista: 'Eu sou muito feliz jogando no Botafogo'

Destaque da vitória do Botafogo sobre o São Paulo, pela rodada inaugural do Brasileirão, no último domingo (21), no Engenhão, quando marcou três gols, o argentino Herrera falou com exclusividade ao FutRio sobre a sua carreira, desde o começo, ainda no pequeno Torinto.
FutRio - Em qual momento você decidiu ser atleta de futebol?
Herrera – Eu sempre tive a ilusão em ser jogador profissional. Comecei bem menino, com cinco anos, no Torinto, clube de bairro da Argentina; Depois, com 12 anos, fiz um teste para o clube Rosário Central, passei e aí que começou a minha história, pois estava atuando em um time grande. Aos 14 anos, fui convocado para jogar no sub-17 da Argentina. Mas, foi aos 16 anos que eu comecei mesmo a sentir que poderia ser um jogador profissional, pois eu vinha fazendo um bom trabalho no clube e fui para a seleção. Fiz toda a minha base no Rosário Central, e quando eu tinha 18 anos passei para o time principal e após isso passei por diversos clubes como San Lorenzo, Grêmio, Real Sociedad da Espanha, Corinthians e agora estou no Botafogo. Mas o jogador tem que aproveitar porque passa muito rápido, já passei por vários times e parece que foi ontem.

FutRio - Em algum momento você pensou em desistir da carreira?
Herrera – Eu, graças a Deus, nunca tive um momento muito difícil na minha carreira, que me fizesse pensar em desistir. Todo jogador tem cobrança forte de torcida, do próprio clube, é normal.

FutRio - Você terminou os estudos?
Herrera – Eu sou do interior da Argentina e quando fui convocado para a Seleção Argentina. Ficava muito tempo em Buenos Aires, com isso, saía da minha casa na segunda-feira e só voltava na quinta-feira, então ficava muito difícil para eu poder estudar. Faltando dois anos para eu terminar o segundo grau, eu tive que escolher. Optei pelo futebol e graças a Deus escolhi bem (risos). Mas, eu gostaria de ter terminado a escola porque é muito importante, mas chegou um momento em que eu tive que decidir e o futebol falou mais alto.

FutRio - A carreira de atleta é curta. Qual o seu pensamento em relação a adminstrar sua situação financeira visando que um dia você não estará mais atuando?
Herrera – A parte mais importante é a financeira, onde eu tenho que aproveitar e ter uma base, pois eu tenho uma filha, minha esposa, enfim uma família para sustentar. Então tem que pensar e fazer um suporte financeiro, pois quando encerrar minha carreira eu não sei o que vou fazer ainda.

FutRio - Você já pensou em ser treinador de futebol?
Herrera – Acho que não vou ser não (risos), eu quando encerrar minha carreira acho que vou querer descansar um pouco de concentração, treinamento. Mas isso eu falo hoje, mas quando passar dois, três meses depois que encerrou a carreira, acho que vou sentir falta do futebol.

FutRio - Na sua visão. Qual a diferença do futebol argentino para o Brasileiro?
Herrera – O futebol brasileiro tem muito jogador que começa no salão, na Argentina não tem isso, todos começam no campo. E no salão, o jogador adquire uma técnica. Eu acho que tecnicamente o futebol brasileiro é melhor, mas taticamente eu acho que o futebol argentino é superior. Logicamente que no Brasil tem jogadores táticos também, e na Argentina tem jogadores técnicos, mas essa eu acho que é a grande diferença.

FutRio - O Mano Menezes foi seu treinador no Grêmio e Corinthians. Hoje ele comanda a Seleção Brasileira. É verídica a história que você poderia se naturalizar brasileiro para poder jogar na Seleção Brasileira?
Herrera – Eu me dou muito bem com o Mano Menezes, tenho uma ótima relação com ele, mas em relação a eu me naturalizar brasileiro, foi tudo uma grande brincadeira. Tenho um carinho lindo pelo Brasil, mas a Argentina está no sangue.

FutRio - No Brasil você atuou no Grêmio, Corinthians e hoje joga no Botafogo. Como você avalia suas passagens pelo futebol brasileiro?
Herrera – Foram boas as minhas passagens pelo Grêmio, Corinthians e estou muito feliz no Botafogo. Reconhecimento, carinho, nos três clubes que atuei no Brasil sempre fui muito bem recebido, o torcedor sempre me apoiou muito, deixei meu nome escrito.

FutRio - Existe diferença entre o calor, carinho da torcida brasileira para a argentina?
Herrera – Eu quando estou jogando no Brasil eu sinto diferença do carinho da torcida, principalmente por eu ser estrangeiro e na argentina você é mais um, não tem todo esse reconhecimento. Eu sou muito feliz jogando no Botafogo.

FutRio - Um jogo inesquecível na sua carreira?
Herrera – Todos os jogos são importantes. Mas a gente sempre recorda mais o jogo que marca um título, por exemplo. Acho que no ano passado, o título contra o Flamengo foi inesquecível, pela forma que tudo aconteceu, vencemos a Taça Guanabara e a Taça Rio.

FutRio - O que representa a sua família para você?
Herrera – É o que eu tenho de mais importante. Minha mulher, minha filha, que estão sempre comigo, sempre me apoiando.

FutRio - Como você concilia a vida pessoal com a profissional, já que o atleta de futebol tem concentração, treino, viagem?
Herrera – Eu acho que é muito difícil para a mulher acompanhar, pois um dia você está aqui, no outro muda de cidade, país. Eu tenho que agradecer o esforço que minha mulher faz, porque é muito importante.

FutRio - Quem é melhor: Pelé ou Maradona?
Herrera – Pelé é um craque, mas eu não vi muito Pelé jogar, já o Maradona eu vi algumas coisas. Então acho que Maradona.

FutRio - Um ídolo no futebol?
Herrera – Maradona é um ídolo nacional, de todo argentino. Mas meu ídolo mesmo sempre foi o Batistuta.


Fonte: FutRio 

Petrobrás pagará R$ 18 milhões ao ano até 2013 por Campeonato Brasileiro

O Clube dos 13 está quase fechado, mas ao menos um dos contratos fechados por Fábio Koff segue em vigor. A Petrobras pagará até 2013 cerca de R$ 18 milhões ao ano pelos naming rights do Brasileiro. O contrato não passa pelo C13, vai direto para os clubes. Em 2014 e 2015, os clubes não devem ganhar mais nada.

Fonte: Lancenet! 

Torcida aprova recusa de Herrera. Cantores alvinegros escolhem a música

Ao se recusar a escolher música para a sua trinca de gols no ‘Fantástico’, o atacante Herrera caiu nas graças da galera. A sinceridade do jogador agradou em cheio a torcedores de todo Brasil, que aprovaram a atitude. Nem mesmo a artimanha usada pela produção do programa, ao tentar driblar a saia justa com a música ‘Nenhuma’, do ‘Chiclete com Banana’, funcionou. Segundo enquete realizada pelo ATAQUE, 82% dos internautas aplaudiram o comportamento do jogador.
E para não deixar seus três gols em silêncio, pedimos ajuda a quem é do ramo. Cantores e cantoras botafoguenses deram boas sugestões para sonorizar os gols do hermano.
“Achei engraçado, sincero da parte dele, parecia que ele estava irritado com alguma coisa. Afinal, só convocam ele quando o Loco não está bem. Mas ele entrou e resolveu a parada. Como o Herrera é argentino eu indico um clássico dos tangos: ‘El dia que me quieras’”, sugeriu o cantor alvinegro Emílio Santiago.
Botafoguense de carteirinha, a sambista Beth Carvalho achou estranha a atitude do jogador, mas também deu suas sugestões.
“Parecia que ele não conhecia o quadro do ‘Fantástico’”, justificou a cantora.
“Mas como é argentino sugiro as músicas da grande Mercedes Sosa, ‘Los Hermanos’ e ‘Gracias a la vida’. Ia ficar legal com os três gols dele”.
Apaixonada pelo Botafogo, a cantora Isabella Taviani reverenciou a colega ao lembrar de um dos hinos das arquibancadas do Engenhão
“Seria muito bom que ele pedisse uma música botafoguense. ‘Vou festejar’, da Beth Carvalho, é um clássico, sem querer puxar a sardinha para o nosso lado”, brincou.
Cantor de sambas, marchinhas e torcedor alvinegro, Pedro Paulo Malta foi outro que aprovou a atitude de Herrera.
“Achei engraçada a cara dele, às vezes é melhor não pedir nada do que escolher aquelas músicas sofríveis. Mas eu sugiro ‘Começar de Novo’, do tricolor Ivan Lins (risos), e o tango, ‘Por una cabeça’, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, do filme ‘Perfume de Mulher’, que faz alusão a uma corrida de cavalos”, afirmou.
Já o cantor Agnaldo Timóteo nem titubeou na escolha musical. Ele sugeriu o clássico ‘Esta Tarde vi llover’, de Armando Manzanero, música que foi gravada mais de mil vezes, e ‘Donde Estará Mi Vida’.
“Vou mandar agora para o Herrera um CD meu cantado em espanhol, autografado, com um bilhetinho: da próxima vez me dê a honra de pedir uma das minhas canções”, disse Agnaldo.

Fonte: O Dia Online 

Blog: 'Discórdia e covardia marcam saída de André Silva do Botafogo'

Sobrou para André Silva.
No futebol, normalmente é assim e no Botafogo as coisas não são diferentes.
Quer dizer então que o culpado pelos recentes fracassos do clube é André Silva, ex-vice de futebol ?
Evidente que não.
Quem o Botafogo pensa que engana ?
André tem sim sua parcela de responsabilidade na montagem do elenco e nas derrotas acumuladas em 2012. Mas verdade seja dita, pouca gente no clube queria a permanência do dirigente. André não é o único culpado.
Maurício Assumpção estava sendo pressionado desde o ano passado para escolher outro profissional para exercer a função. André sabia que era a bola da vez. Não resistiu.
O futebol do Botafogo segue sem rumo e alguns conselheiros, que se alimentam da discórdia e da covardia, continuam dando palpites prejudicando o clube.
O cenário é cada dia pior e de nada adianta esconder a sujeira debaixo do tapete.

Fonte: Blog do Bruno Voloch - UOL 

Gringos se 'rebelam' contra imprensa e acumulam casos curiosos

Eles são ídolos da torcida do Botafogo e não têm a língua portuguesa como seu idioma original. Além dessas semelhanças, Loco Abreu e Herrera têm em comum também uma relação tempestuosa com a imprensa. Os gringos do Glorioso se ‘rebelaram’ contra brincadeiras realizadas pela TV Globo e acumulam causos curiosos nos últimos anos nas respostas dadas aos jornalistas.
O mais recente ocorreu com o argentino, no último domingo, quando marcou três gols diante do São Paulo e se recusou a pedir música para o programa Fantástico, da Rede Globo. O UOL Esporte montou uma lista com as principais ‘caneladas’ dadas pelos botafoguenses na imprensa. Confira: 

HERRERA FAZ TRÊS GOLS E SE RECUSA A PEDIR MÚSICA PARA O FANTÁSTICO


Após entrar no segundo tempo na vaga de Loco Abreu, Herrera foi o grande responsável pela virada do Botafogo contra o São Paulo, na primeira rodada do Brasileiro. O argentino fez três gols e o Alvinegro venceu por 4 a 2. Como de costume, a reportagem da TV Globo o abordou para que o camisa 17 pedisse música para o Fantástico, mas o atacante não entendeu, respondeu que não queria nenhuma e causou mal estar ao vivo na transmissão.


REPÓRTER NÃO DÁ ATENÇÃO A LOCO ABREU E LEVA BRONCA AO VIVO


Após fazer dois gols na vitória por 4 a 0 sobre o Vasco no Brasileirão do ano passado, Loco Abreu foi entrevistado por um repórter do Sportv na saída de campo. Entretanto, o profissional do canal esportivo não deu muita atenção ao atacante, que parou de responder até que o entrevistador voltasse a executar seu trabalho, após um rápido pedido de desculpas. Foi levantado a hipótese de que o jornalista estivesse falando ao telefone, o que foi negado pela emissora.


LOCO RECUSA BRINCADEIRA DA GLOBO: "INACREDITÁVEL F.C. É UMA BESTEIRA"


A relação de Loco com a imprensa mais uma vez estremeceu após confronto contra o São Paulo, no Engenhão, em 2011. O Botafogo vencia por 2 a 0 e o uruguaio perdeu uma chance claríssima de gol. Em seguida, os paulistas diminuíram e empataram no fim do jogo. Ao ser questionado se vestiria a camisa do Inacreditável F.C., o jogador não levou na esportiva e rebateu: “Esse negócio de Inacreditável F. C. é uma besteira que vocês tem para sacanear os jogadores”.


JORNALISTA CONFUNDE LOCO COM HERRERA E ESCUTA: "P..., HERRERA?"

Loco Abreu após voltou ao Botafogo a Copa do Mundo de 2010 e foi o responsável pelo gol da vitória do Alvinegro sobre o Cruzeiro, por 1 a 0, em Minas Gerais, pelo Campeonato Brasileiro. Um repórter local o confundiu com o companheiro de ataque Herrera. O uruguaio não se conteve e respondeu: “P..., Herrera?”. A rebatida fez sucesso e bombou nas redes sociais, fazendo com que o camisa 13 crescesse ainda mais no conceito alvinegro.


REPÓRTER ERRA NAS CONTAS, COMETE GAFE E É CORRIGIDO POR LOCO ABREU


Outra vitória sobre o São Paulo, desta vez em 2010, causou saia justa a um jornalista. O Botafogo estava na briga por uma vaga na Libertadores da temporada seguinte, algo que não ocorria há 14 anos. Entretanto, o repórter da Band errou na conta ao dizer que eram 24 anos fora da competição internacional. O uruguaio o corrigiu e, depois, não gostou do comentário de que ele teria comemorado gol irritado. "A gente fala e não sabe. Primeiro tem que perguntar para falar", disparou.


LOCO NÃO GOSTA DE PERGUNTA E ABANDONA ENTREVISTA APÓS JOGO

No Campeonato Brasileiro de 2010, o Botafogo venceu o Atlético-MG por 2 a 0, com gol de Loco no último minuto da partida e o Alvinegro mantinha esperanças de conquistar o título da competição, após ser campeão carioca daquele ano. Neste cenário, o uruguaio não gostou da pergunta se o Botafogo voltaria a sonhar com título. "Já sonhou com o título. Fomos campeões do Carioca", respondeu e saiu andando.


HERRERA NÃO GOSTA DO APELIDO DE 'QUASE GOL' E REBATE JORNALISTA


Herrera não é um jogador fácil de se relacionar. Os próprios companheiros de Botafogo admitem que o jogador é grosso e não mede as palavras. Essa situação se agrava ainda mais quando o assunto é sobre um apelido que recebeu na época em que jogava no Grêmio: Quase Gol. O atacante demonstra irritação com o tema e rebateu um jornalista. “Po... É a última vez que falo disso. Tenho mais de 100 gols na carreira, isso não tem nada a ver. Foi uma palhaçada de um torcedor”

Fonte: UOL 

Corintiano, Oswaldo de Oliveira: ‘O Todo Poderoso ecoa todo dia’

Quando evocou o canto da torcida do Corinthians durante a entrevista, Oswaldo de Oliveira se arrepiou. É o som que está no seu coração. Nasceu no dia 14 de janeiro de 2000. A imagem são os 25 mil fiéis comemorando o título do Mundial sobre o Vasco, no Maracanã. O treinador, na época em seu segundo ano de carreira, levava a equipe paulista ao título mais importante de sua história.
Hoje no comando do Botafogo, ele não esconde o corintianismo e o carinho pelos torcedores. Não importa onde esteja. Antes de fazer a preparação para o Brasileirão em Saquarema, no último dia 12, aceitou falar sobre o título mundial e como acompanha o novo duelo decisivo entre Corinthians e Vasco, desta vez pelas quartas de final da Copa Santander Libertadores.
Choro, rixas, o saudosismo em relação aos craques e o “jogador que queria no seu time” foram algumas das revelações do treinador do Fogão em entrevista exclusiva ao LANCENET!. Confira:

A PREPARAÇÃO

Acabou o Brasileirão no dia 23 de dezembro de 1999 e nós tínhamos de jogar no dia 4 de janeiro a primeira partida pelo Mundial. Pelo Natal, dei até o dia 26 de folga para eles. Teve 24, 25 foi o Natal e no dia 26 se reapresentaram. Treinamos naquela semana entre Natal e Ano Novo. Quando chegou no dia 31, treinamos de manhã e eu dispensei novamente até o dia 2 de janeiro. Os caras falaram: "Ah, agora você não vai conseguir. Dia 2 de janeiro com Edílson e Vampeta?"... Não foi mole, foi uma barra. Cheguei ainda no dia 1º à noite e chegaria uma hora antes do treino. Quando cheguei às 7h30, os caras da imprensa já estavam me esperando. Quando vieram, pensei que tinha dado alguma confusão. "Oswaldo, parabéns. Você conseguiu! Edílson e Vampeta foram os dois primeiros a chegarem". Depois, me disseram que perguntaram a eles se não tiveram Ano Novo e a resposta foi: "Não temos coragem de sacanear o Oswaldo". Para mim, isso foi inesquecível.

A MAIOR DIFICULDADE

Treinamos e na véspera do jogo aconteceu mais uma barreira. Podíamos inscrever 23 jogadores, todos ficavam no banco, as competições da Fifa eram assim. Eu tinha inscrito só dois goleiros: Dida e Maurício. E na hora que estávamos jantando, véspera do primeiro jogo, chegou a notícia de que eu tinha de tirar um jogador para colocar um terceiro goleiro. A Fifa exigia que o 23º atleta fosse um goleiro. Como eu ia tirar um jogador? Foi doloroso, foi uma pedreira para mim. Não era uma relação qualquer, era uma relação de muita confiança. Eu escolhi o Nenê. Choramos os dois juntos, não teve jeito.

DEDO DO TREINADOR

No jogo da classificação, contra o Al-Nasr, o Daniel tinha sido expulso e precisávamos fazer um gol. Eles tinham um ponta esquerda velocíssimo marroquino. Coloquei o Luizão na lateral direita e entrei com o Dinei. Numa troca de passes entre os dois, o Luizão serviu o Rincón, e o Rincón fez o gol da classificação: 2 a 0. Aquilo deu muita moral para o time.

A FINAL

Ir ao Rio para jogar contra o Vasco de Romário, Edmundo, Viola, Juninho, Donizete, Ramon, Felipe, Mauro Galvão, Jorginho, não era mole. Esse time tinha saído cedo do Brasileiro e estava se preparando desde novembro. Fizeram até pré-temporada e jogos amistosos. Um time preparadíssimo, que tinha goleado o Manchester United. Era só isso que tínhamos de vencer no Maracanã (risos). Foi quando aconteceu a primeira vez do "Todo Poderoso Timão". Os 25 mil corintianos que vieram para o Rio não puderam fazer o que faziam sempre, atirar o nosso time para cima do adversário, porque não estávamos preparados para isso. E o maior indício disso foi a saída do Ricardinho no intervalo para a entrada do Edu. O Ricardinho chorando no intervalo, querendo voltar e eu dizendo que não dava. O "Todo Poderoso Timão" surgiu aí, tínhamos de resistir àquela avalanche de atacantes. O Vasco colocou os quatro: Edmundo, Romário, Viola e Donizete. A torcida sentiu e começou o "Todo Poderoso Timão".

GRITO QUE AINDA ECOA

Todo dia, todo dia... Aquilo foi incrível. Ficou aquele "Ôôô...Todo Poderoso Timão". Incendiou o nosso time, me arrepio até hoje (mostra os braços), não é brincadeira, não!

RELAÇÃO COM A TORCIDA (FOI CARREGADO)

Eles invadiram o campo e foi lindo demais aquilo. Quando eu saí do estádio para o estacionamento, eles estavam me esperando outra vez. Veio uma nuvem e me levou. Foi um negócio incrível aquilo.

LEMBRANÇAS DO TÍTULO

Guardo tudo. Tenho um quadro que um amigo meu fez, não é nada oficial, é de um torcedor que estava sempre lá. Tenho a medalha, tudo direitinho.

TÁTICA E EMOCIONAL NA FINAL

Lembro de tudo perfeitamente. De como inicei a minha preleção. Eu comecei assim: "75 mil dólares...O título de campeão mundial. Nada disso vai ser maior do que o orgulho de nós dizermos para nós mesmos que nós conseguimos". Nem o dinheiro, nem a fama, tenho certeza de que cada um deles guarda isso. Seu Valdir Joaquim de Moraes fala: "Pô, Oswaldo, quando você começou pelos 75 mil dólares eu comecei a me preocupar. Quando explicou ficou claro". Era aquele sentimento que nós carregávamos de todos os obstáculos. Os jogadores carregaram um treinador novo, eles acreditaram, fizeram prevalecer, e faziam o que eu mandava. A preparação do jogo foi maravilhosa, quando a gente soube que era o Vasco, eu vim antes para o Rio de Janeiro. O time treinou em São Paulo depois do Al-Nasr, eu assisti a Necaxa e Vasco, o jogo da classificação. Fizemos o primeiro treino nas Laranjeiras. Preparei o treino para fazer a marcação do Rincón no Edmundo. E o Romário, como era mais centralizado, era o Fábio Luciano quem pegava, com o Adílson na sobra. A gente ainda tinha Ramon de um lado, Juninho de outro e Felipe no meio.

TIME CANSADO

Rincón estava lesionado desde os jogos contra o Atlético-MG. Na hora dos pênaltis, eu perguntei se ele ia bater e ele falou que queria ser o primeiro. Marcelinho iria bater o último. Coloquei três grupos de bola no meio de campo, a equipe reserva entrando no nosso campo como se fosse o Vasco, e o Rincón fazendo a marcação para não darmos espaços a eles. Conseguimos limitar, impossível ser 100%, mas conseguimos limitar muito a ação deles. Quem saía mais para o jogo eram Amaral, o volante, e Paulo Miranda, lateral direito. Os outros ficaram bem marcados. Conseguimos resistir aos 120 minutos.

EMOÇÃO DO FIM DO JOGO

Toda vez que eu me lembro daquilo, eu me emociono muito. Foi uma coisa fantástica. Ali foi realmente o desfecho. Houve uma evolução particularmente para mim, a gente foi ultrapassando barreiras imensas, não só o Paulista, Brasileiro e Mundial. Em cada uma dessas fases foram barreiras grandes. Quando eu reassumi o Corinthians, eu tinha tido uma experiência inicial e as pessoas tinham muita desconfiança, a não ser quem lidava comigo, que foram os responsáveis pela minha ascensão. O Carlos Nujud, o Nei, um dos principais, e as pessoas que nos cercavam lá. Eu estava mais confiante naquela situação, tivemos uma arrancada linda no Paulista, goleamos Santos, São Paulo e Palmeiras, 5 a 1, 4 a 0 e 3 a 0. Foi um momento muito bonito. Para chegar lá no Mundial tivemos de ir subindo esses degraus.

O TIME

Tivemos um intervalo de uma semana para começar o Brasileiro. E a maioria das negociações estavam sendo feitas. Vieram Dida, Luizão, e os meninos do interior: Luis Mário, Marcos Senna, alguns saíram, e iniciamos o Campeonato Brasileiro. No decorrer dele, que lideramos de ponta a ponta, algumas coisas também aconteceram. A mais grave delas foi bem no meio do percurso, a gente liderando, os jogadores decidiram fazer uma greve com a imprensa. Foi outra pedreira para demovê-los daquilo. O interessante é que esse fato ao invés de atrapalhar, potencializou a vontade de vencer. Mas foi muito difícil de administrar, tinha jogadores de personalidade muito forte naquele momento. Depois que nos classificamos em primeiro, encaramos Guarani, São Paulo e Atlético-MG na final. Foi outro degrau imenso que subimos para chegarmos ao Mundial.

EGOS DO ELENCO

Tinha rivalidades dentro do grupo. Marcelinho, Edílson e Rincón não se falavam entre si. A primeira coisa que eu fiz foi pacificá-los. Rincón me deu uma aula. Disse: "Não tenho nada contra eles. Não quero sair para jantar com eles. Mas dentro do campo eu quero ajudá-los e quero que eles me ajudem". Eu passei isso para os outros dois. O Marcelinho tinha uma vontade muito grande de fazer as coisas direito. A partir daí conseguimos avançar muito no aspecto coletivo. Individualmente eram muito bons, mas sem o coletivo não dava. Se eles estivessem juntos, seria impossível parar aquele time.

TÍTULO MAIS IMPORTANTE DA CARREIRA

Claro que sim! Tem outros que guardo com carinho. Mas foi o primeiro título. Às vezes as pessoas querem botar um pouco de água no nosso chope (risos). Para mim, podem falar o que quiserem. Somos os primeiros campeões mundiais.

PASSAGEM PELO VASCO TEMPO DEPOIS

Foi legal, eram muito profissionais. Os caras eram muito bacanas. O que eles sentiram daquele jogo, me respaldou a ter sucesso no Vasco também. Isso me ajudou lá, eles também sentiram na pele

TORCIDA PELO CORINTHIANS

Eu não posso negar. Quando olho a Libertadores, por exemplo. O Botafogo não está. Então não adianta. Politicamente não me interessa falar, mas quando vejo dentro do campo jogando, me vejo torcendo pelo Corinthians, não adianta.

NOVO DUELO ENTRE CORINTHIANS E VASCO

Tenho muitos amigos dos dois lados. Quando acabar, racionalmente, qualquer um dos dois que levar eu vou ficar feliz. Mas na hora que os dois tiverem duelando, eu sempre vou tender para o Corinthians.

ANÁLISE COMO TREINADOR

Dois jogos dificílimos. O Corinthians tem a vantagem de decidir em casa. Aquele Pacaembu, com aquela torcida, a gente sabe o que é. Eu vejo o Corinthians muito equilibrado, muito competitivo. O Vasco também é.

DESTAQUES DOS TIMES

Fácil! O Corinthians tem um jogador que eu adoro, chama-se Paulinho. É fantástico, é o volante que eu quero no meu time, é o meu Vampeta de 2012. Com diferenças de características. Adorava pela forma de jogar, gosto até hoje como ele jogava. No Vasco não tem como não destacar o Felipe. E o Juninho também. Mas o Felipe nos jogos tem feito a diferença.


DE OLHO NA DECISÃO

Claro, verei sim. Não é ficar na torcida, na hora, é uma coisa muito íntima, quando a bola rola, eu me pego querendo mais que o Corinthians vença. Eu tenho carinho pelas pessoas do Vasco, não vou ficar triste se vencer, não.

VITÓRIA CONTRA O VASCO NA TAÇA RIO

Jogamos bem, tínhamos feito um gol parecido contra o Vasco no outro 3 a 1, que o Jóbson fez para o Felipe. E que o Corinthians fazia isso na minha época. Acho que o Vasco foi muito naquele jogo que não atuou da maneira que vinha atuando. Nós tivemos uma tarde muito feliz. Vejo o Corinthians, guardando as devidas proporções, com cara de Botafogo. E isso pode ajudar na hora de dividir as laranjas (risos).

Fonte: Lancenet! 

Engenhão fica no meio da lista dos maiores elefantes brancos do mundo

Elefantes brancos são mais fáceis de encontrar em grandes cidades do que na natureza. A espécie albina do animal de tromba e quatro patas raramente sobrevive nas savanas e florestas. Mas a versão urbana, ainda mais pesada, espalha-se com facilidade por sedes de torneios esportivos. Novos exemplares devem aparecer ainda neste ano em Londres, Varsóvia e Kiev após as Olimpíadas e a Eurocopa. Arenas que custam milhões e que ficam praticamente sem uso. Segundo um estudo publicado na Dinamarca, quase nenhum grande evento nos últimos 16 anos escapou de um elefante branco. Os maiores deles estão no Japão e em Portugal. Os próximos, talvez no Brasil.
O "World Stadium Index" (WSI, "Índice dos Estádios do Mundo" em inglês) é um relatório do Instituto Dinamarquês de Estudos do Esporte (Idan) em parceria com a organização "Play the Game" que investigou 75 arenas em 20 países construídas entre 1996 e 2010 para grandes competições esportivas. A lista inclui Jogos Olímpicos, Copa do Mundo, Eurocopa, Copa Africana de Nações, Jogos Pan-Americanos, Jogos Asiáticos, Jogos Pan-Africanos e Jogos da Comunidade Britânica. O índice WSI é baseado no total de público dos estádios durante o ano de 2010 (em eventos esportivos ou não) dividido pela capacidade desses estádios. Os custos de construção também foram levados em conta. Por causa da falta de informações disponíveis sobre algumas arenas, sobretudo na África, apenas 46 dos 75 estádios analisados aparecem no ranking.
Segundo o estudo, coordenado pelo pesquisador Jens Alm, a arena com pior WSI e, portanto, o elefante branco número 1 encontra-se em Nagano, no Japão. O Estádio Olímpico da cidade foi construído para os Jogos de Inverno de 1998. Não é nem de longe o mais caro da lista (US$ 108 milhões) mas é o que menos tem uso. Atualmente, serve de casa para o Shinano Grandserows, time de beisebol de uma liga semi-profissional japonesa. Em 2010, a arena de 30 mil lugares recebeu apenas 11 partidas durante todo o ano, com uma média de apenas 1.620 torcedores por jogo (índice WSI, 0.6)
O único estádio brasileiro no WSI é o Engenhão, o Estádio Olímpico João Havelange, no Rio de Janeiro. Construído para os Jogos Pan-Americanos de 2007, ele também será o local das competições de atletismo das Olimpíadas de 2016. Os pesquisadores citam o fato de o Engenhão ter custado quase três vezes mais do que os US$ 70 milhões estimados inicialmente, com cada assento ao preço de US$ 4.263, o 28º mais caro entre os 75 estádio do estudo. Baseado nos números da temporada 2010, a frequência de utilização do estádio foi considerada boa (WSI, 12), aparecendo em 23º lugar entre 46 arenas. Mas o estudo questiona o que irá acontecer após a reabertura do Maracanã.


OS CINCO MAIORES ELEFANTES BRANCOS SEGUNDO O RANKING DINAMARQUÊS: POSIÇÃO  ESTÁDIO                LOCAL        EVENTO                                WSI*
46º              Estádio O. de N.   Japão         Olimpíadas de Inv. 1998   0.6
45º              Miyagi Stadium   Japão         Copa do Mundo 2002           1.5
44º              Khalifa Stadium Qatar          Jogos Asiáticos 2006            1.8
43º              M. de Aveiro          Portugal    Eurocopa 2004                       2.0
42º              Dr.Magalhães P.  Portugal    Eurocopa 2004                       2.7
*O WSI é o número de vezes por ano em que um estádio teria ficado com lotação esgotada, dividindo o total de público pela capacidade da arena
 

"O número de espectadores do Estádio Olímpico irá provavelmente diminuir pois Flamengo e Fluminense deverão disputar seus jogos novamente no Maracanã. A média de público do Botafogo sozinho contribui apenas para um índice modesto. A pista de atletismo também deverá receber poucos eventos após as Olimpíadas", diz o estudo.
Além da arena de Nagano, outros três dos quatro piores colocados são estádios construídos para torneios de futebol. A arena com o segundo pior WSI também fica no Japão. O Miyagi Stadium, em Rifu, custou US$ 318 milhões e tem capacidade para 49.133 pessoas. Foi sede de três confrontos na Copa do Mundo de 2002, um deles a surpreendente eliminação da Argentina na primeira fase após um empate em 2 a 2 com a Suécia. A exemplo de outras arenas do Mundial, raramente enche. No ano do estudo, foi palco de quase 80 eventos, mas em média não passou de mil espectadores.
Em Rifu, as principais equipes de futebol, Vegalta Sendai, e beisebol, Tohoku Rakuten Golden Eagles, já tinham seus próprios estádios e continuaram a usá-los após a construção do Miyagi Stadium. O mesmo problema ameaça o Estádio Olímpico de Londres (preço: US$ 750 milhões) e o Estádio Nacional de Varsóvia (US$ 650 milhões), sede do jogo de abertura do Euro 2012, cidades onde os clubes locais já contam com os próprios campos.
No caso de Londres, a negociação sobre quem vai tomar conta da arena olímpica depois dos Jogos já se arrasta há mais de três anos. Um dos principais motivos é o futuro da pista de atletismo. O Tottenham interessou-se em arrendar a arena mas retirando a pista e transformando-a num estádio apenas para futebol - a exemplo do que foi feito no Etihad Stadium, do Manchester City, construído para os Jogos da Comunidade Britânica de 2002. Manter a pista de atletismo foi o depromessa feita ao COI quando da vitória da candidatura londrina, por isso, a proposta do clube foi descartada.
Outro time londrino, o West Ham, apresentou um projeto mantendo a área para atletismo mas com alterações na cobertura da arena e assentos retráteis que ficariam a cargo da administração do estádio e custariam ainda mais dinheiro aos cofres públicos. Ainda assim, parecia o favorito a assumir o local. Na última terça-feira, porém, o processo de apresentação de projetos foi estendido por mais oito semanas. O risco de o Estádio Olímpico virar um elefante branco continua.
Por causa de situações como esta, o estudo dinamarquês questiona tanto o legado esportivo quanto o desperdício de dinheiro das cidades que constroem estádios para grandes eventos.
"Em vez de levar em conta as necessidades locais, muitos responsáveis pelos estádios escolhem construi-los levando em conta a exigências externas. Isso faz com que muitas arenas não se adaptem ao uso diário depois dos eventos, resultando não apenas em estádios vazios e um legado esportivo negativo, mas também em custos mais altos de manutenção para os proprietários - normalmente estados e municípios. Eventos semanais capazes de atrair bom público são fundamentais para que uma arena não se torne um grande prejuízo", diz o estudo.
O relatório também critica as organizações esportivas pelas exigências em relação à capacidade das arenas, lembrando que tanto Fifa quanto Uefa não aceitam estádios com menos de 40 mil lugares na Copa do Mundo e na Eurocopa.
"Afrouxar as exigências de infraestrutura dos estádios não diminuiria as preocupações com segurança, mas reduziria a pressão em relação à capacidade e o número de estádios que cada candidato precisa para organizar um evento de grande porte", acrescenta.


OS CINCO PRIMEIROS COLOCADOS DO RANKING DINAMARQUÊS

POSIÇÃO   ESTÁDIO                 LOCAL              EVENTO                        WSI*

1º                 TurnerField                EUA              Olimpíadas 1996          50.6
2º                 Sapporo Dome           Japão          Copa do Mundo 2002  46.4
3º                Allianz Arena             Alemanha  Copa do Mundo 2006  33.3
4º                RheinEnergie St.       Alemanha  Copa do Mundo 2006  22.2
5º               Stadion Letzigrund  Suíça            Eurocopa 2008              20.3
*O WSI é o número de vezes por ano em que um estádio teria ficado com lotação esgotada, dividindo o total de público pela capacidade da arena

Portugal aparece com dois estádios entre os cinco maiores elefantes brancos, ambos levantados para o Euro 2004 em cidades onde os times de futebol não costumam atrair grande público, a exemplo do que pode acontecer no Brasil após 2014 em sedes como Brasília, Cuiabá e Manaus. Quarto pior WSI, o Estádio Municipal em Aveiro tem capacidade para 30.127 espectadores mas a equipe da casa, o pequeno Beira-Mar, não atrai nem 4 mil torcedores em média. Enquanto isso, a prefeitura local gasta US$ 5,3 milhões por ano em custos de manutenção e discute a demolição da arena. O quinto maior elefante branco, o Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, não foi sequer usado pelo rebaixado União Leiria na última temporada. A arena de US$ 121 milhões foi construída para receber apenas dois jogos do Euro 2004.
O Khalifa International Stadium em Doha, no Qatar, tem o terceiro pior WSI. Construído para os Jogos Asiáticos de 2006, ele será uma das sedes da Copa do Mundo de 2022, com sua capacidade passando dos 50 mil atuais para 68 mil lugares. Desde sua abertura, foi também local de partidas da Copa da Ásia e dos Jogos Pan-Árabes em 2011, mas passa a maior parte do ano vazio. O estudo lembra que o Qatar, que já tem problemas de público com os estádios atuais, ainda irá construir ou reformar outras dez arenas até o Mundial.
Bons exemplos também existem. A Copa do Mundo de 2006 na Alemanha é o evento mais bem sucedido entre todos os analisados pelo estudo. As novas arenas, os preços dos ingressos mais em conta do que das outras grandes ligas europeias, o equilíbrio entre os times e o bom momento da seleção alemã, cuja maioria dos jogadores atua no país, são alguns dos fatores que explicam o porquê de a Bundesliga ser o campeonato de melhor média de público da Europa.
Dois estádios do Mundial de 2006 aparecem entre os quatro melhores dos 75 avaliados pelo WSI. A Allianz Arena, casa do Bayern de Munique e local da final da Liga dos Campeões, ficou em terceiro e o RheinEnergie, estádio do Colonia, recém-rebaixado na Bundesliga, em quarto. Mas nem a Alemanha escapou do seu elefante branco, por causa de uma sede escolhida por motivos mais políticos do que esportivos. Leipzig foi a única cidade da antiga Alemanha Oriental a receber jogos da Copa do Mundo de 2006, mas mesmo na época não contava com equipes nas duas principais divisões do futebol alemão. O Zentralstadion, hoje RB Arena, foi arrendado por um time da Quarta Divisão, o RB Leipzig, cujos torcedores nunca ocupam mais do que um quarto dos 44.345 lugares.
No lado oposto da lista dos elefantes brancos, o estádio de melhor índice entre todos foi o Turner Field, na cidade americana de Atlanta, construído para ser o estádio olímpico dos Jogos de 1996. Desde então, foi transformado numa arena de beisebol com capacidade para 49.586 espectadores e virou a casa do Atlanta Braves, equipe da Major League Baseball. Em segundo lugar ficou o Sapporo Dome, no Japão, construído para apenas três partidas do Mundial de 2002. Após a Copa, passou a ser utilizado não apenas para jogos de futebol e beisebol mas também uma série de outros eventos, desde shows de música até competições de esqui e ralis.

Fonte: Globoesporte.com 

Substituído 6 vezes, Loco dá brecha e gera disputa por vaga com Herrera

Loco Abreu e Herrera têm muita coisa em comum. São os únicos estrangeiros do Botafogo e artilheiros do clube no ano. Além disso, têm afinidade e carregam uma grande amizade fora dos campos. Mas as semelhanças param por aí e o momento de cada um é completamente diferente.
Se para o torcedor do Botafogo o time era Jefferson, Loco Abreu e mais nove, hoje em dia tudo mudou. Com atuações bem abaixo do que fez em outras temporadas, Loco está muito perto de perder a titularidade para Herrera, herói da boa estreia do Glorioso no Brasileirão com os três gols marcados diante do São Paulo, no último domingo.
Os grandes momentos de Abreu nesta temporada foram na semifinal e final da Taça Rio, contra Bangu e Vasco, quando marcou cinco gols nos dois jogos e o Alvinegro conquistou o título. Depois disso, o Botafogo jogou cinco jogos, duas vezes contra Fluminense e Vitória, e uma contra o São Paulo. Loco atuou em quatro deles e só ficou até o fim do jogo em um, contra o time baiano pelo jogo de volta pela Copa do Brasil. E mesmo com esses números, já foi substituído seis vezes no ano, mostrando a montanha russa que vive o seu futebol atualmente.
Já Herrera, que vive até melhor relação com o torcedor, tem entrado bem nas partidas. Quando não agrada com os gols marcados, ao menos, arranca aplausos com a disposição que já virou marca registrada.
Isso acaba se refletindo até nos números: são 14 gols de Herrera contra 12 de Loco. Contra o Coritiba, uma certeza: Oswaldo descarta a possibilidade de utilizá-los juntos.
– A referência melhor é a do Abreu, porque é mais alto, mas o Herrera tem mais mobilidade e por isso coloquei contra o São Paulo – disse o treinador.
Herrera: 50 gols pelo Botafogo
Com os três gols que marcou contra o São Paulo, o argentino Herrera atingiu a marca de 50 gols com a camisa do Botafogo, desde que chegou ao clube, em janeiro de 2010. Herrera estreou no clube alvinegro contra o Macaé e fez o primeiro gol da vitória por 3 a 2.
No entanto, não foi a única estatística que o jogador atingiu. Em toda a sua carreira, esta foi a primeira partida em que o argentino fez três gols.

Opinião dos especialistas
Herrera merece ser titular do Botafogo na vaga do Loco Abreu?

"É precipitado julgar o Herrera por 45 minutos em que ele esteve em um dia feliz. O Oswaldo pode tentar os dois."
Alvaro Oliveira Filho
Colunista do lance!
"O Herrera tem se mostrado mais eficiente e mais comprometido do que o Loco Abreu"
Roberto Assaf
Colunista do lance!


Fonte: Lancenet! 

Nove clubes, amizade com Adriano e nova dancinha: prazer, Vítor Júnior

Vítor Júnior tem apenas 25 anos, mas já contabiliza nove clubes em seu currículo. Ainda em busca da identificação no futebol, o meia desembarcou no Botafogo cercado de desconfiança pelo ostrascismo no elenco do Corinthians e da relação com Adriano. No entanto, em seu segundo jogo com a camisa do clube, o primeiro como titular, fez o gol que colocou o time em vantagem contra o São Paulo, no Engenhão, abrindo caminho para a vitória por 4 a 2 na primeira rodada do Campeonato Brasileiro.
A festa pelo gol foi do agradecimento a Deus até uma dancinha ainda diferente das usuais "Ai se eu te pego" e "Eu quero tchu". Vítor Júnior dançou uma música que ainda será lançada pelo grupo Samprazer, com o nome de "Não Corre Não". Na letra, ele gosta mesmo é da parte final, em que dança ao ritmo de "Tchê tcherere tchê tchê".
- Falei com o Billy SP (cantor e compositor), do Samprazer, e disse a ele que dançaria essa música. Eles não lançaram ainda, estão gravando. Gosto do "Tchê, tchê" porque sou gaúcho - brincou Vítor Júnior. - Fazer gol é sempre gostoso demais, ainda mais em uma estreia de Brasileiro e contra uma equipe forte como o São Paulo. Mas fiquei mais feliz por ter saído de campo com a vitória. Não adiantaria nada marcar um gol e perder o jogo.
Contratado por empréstimo até o fim do ano, Vítor Júnior ganhou destaque no Atlético-GO, no ano passado, quando fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. Ele chamou a atenção de grandes clubes do país, mas acabou assinando um contrato de quatro anos com o Corinthians. Já garantido no clube paulista, teve um encontro com Oswaldo de Oliveira no Rio, quando o treinador havia acertado com o Botafogo.
- Estava de férias com meus pais, fui jantar e encontrei com ele. O Oswaldo me disse que queria me contratar. Ele até sabia que eu já tinha fechado com o Corinthians pelos amigos que tem lá - comentou Vítor Júnior, feliz pelo reconhecimento de seu atual treinador. - Fiquei três anos no Japão. Meu time (Kawasaki Frontale) não era de tanta chegada, mas fomos duas vezes vice-campeões perdendo para o Kashima Antlers (comandado por Oswaldo). Acabei fazendo gols e ele brincava: "Neguinho, você está me ferrando". Construímos uma amizade.
A amizade com Adriano é grande. No Corinthians, o Imperador passou muito tempo entregue ao departamento médico. Contratado no fim de 2011, Vítor Júnior teve poucas chances. Com isso, os dois passavam muito tempo juntos nos treinamentos. Neste ano, o jogador foi visto com o Imperador em fotos e vídeos que caíram na internet em um samba no Capão Redondo, periferia de São Paulo. No Rio, já se falaram pelo telefone.
- Tenho muito samigos no futebol e Adriano é mais um que eu fiz quando estava no Corinthians. Falam muito por ter sido visto com ele naquela vez (no Capão Redondo). Com ele, a notícia é outra. Estávamos de folga no dia seguinte. Se perguntar por aí, todos vão dizer que gostam dele, como é um cara legal. Torço para que se recupere, pois faz falta ao futebol. Ele pode ajudar o Brasil na Copa do Mundo - comentou Vítor Júnior.
Confiante no que pode fazer com a camisa do Botafogo, ele não se arrepende de ter aceitado a proposta do Corinthians, apesar da concorrência pela posição. A base do time campeão brasileiro no ano passada foi quase toda mantida.
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- Sempre soube que se tivesse oportunidade daria conta do recado. No Corinthians não tive. Lá, tinha o Alex, Danilo. Eram três meias canhotos e o Tite não iria trocar os jogadores que foram campeões brasileiros com ele e estavam bem no Campeonato Paulista. Cheguei aqui com o aval do treinador. Ele apostou e me deu uma chance de sair jogando. Procurei dar o máximo - afirmou Vítor Júnior.
A concorrência para Vítor Júnior promete aumentar na preparação para o jogo de domingo, contra o Coritiba, no Couto Pereira, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Andrezinho, recuperado de um estiramento na coxa esquerda, deve estar à disposição de Oswaldo de Oliveira. Além dele, o treinador tem no elenco Maicosuel, Fellype Gabriel e Elkeson, que ficou no banco contra o São Paulo, como principais opções.

Fonte: Globoesporte.com 

Boleiros elegem ‘bando de loucos’ como torcida mais temida no país

A menos de um minuto do início da partida, sobe a escada uma fila de corintianos. À esquerda, um jovem faz o sinal da cruz três vezes antes de enxergar o gramado do Pacaembu. No centro, o pai leva duas crianças, a menina no colo. E à direita, um casal de idosos caminha apressadamente (a senhora passos à frente) para não perder nem um instante do jogo. O grupo caminha para se juntar a quase 15 mil torcedores na estreia do time no Campeonato Brasileiro.



O ritual se repete inúmeras vezes por ano. A Fiel tem orgulho em bater no peito e dizer que é diferente das outras torcidas. Os rivais garantem que é balela. Que tal, então, perguntar a quem está em campo. Na pesquisa realizada pelo GLOBOESPORTE.COM em parceria com a revista “Monet” com mais de 300 jogadores, a torcida corintiana foi eleita a mais temida por 142 boleiros. Votação surpreendente, sobretudo pela vantagem sobre a maior do país: os flamenguistas foram citados somente 42 vezes.
No último domingo, o Corinthians iniciou a defesa do título nacional contra o Fluminense, assim como a nação alvinegra tem de defender um tricampeonato: nos últimos dois anos, o clube teve a melhor média de público da competição. O começo não foi dos mais promissores. Em campo, o time reserva perdeu para os também suplentes cariocas, já que ambos priorizam a disputa da Taça Libertadores. Nas arquibancadas, muitos também se pouparam para o duelo contra o Vasco, na quarta-feira. Foram 14.797 pagantes, bem menos do que as médias de 29.424 do ano passado e 27.446, de 2010.
O clube paulista passou a investir ainda mais na relação com seus fanáticos desde o fim de 2007, com a tragédia do rebaixamento para a Série B do Brasileirão. Na ocasião, criou o lema “Eu nunca vou te abandonar” e obteve sucesso. As ações de marketing, a aposta em nomes consagrados como Ronaldo, em 2009, e um eficiente sistema de venda de ingressos pela internet fizeram os públicos crescerem.
- É um vício saudável - resume Vinícius, 20 anos, integrante de uma das torcidas uniformizadas.
Entre tantos hits criados pelos compositores das arquibancadas, o “Aqui tem um bando de loucos” é o de maior sucesso. Loucos mesmo. A ponto de obrigarem (sem agressão física, pelo menos no último domingo) dois torcedores desavisados a tirarem as blusas verdes, cor do arquirrival Palmeiras.
Durante o jogo, o canto até que durou bom tempo, mas foi sendo abafado pelo desinteresse da equipe. O atacante Willian era o principal alvo, embora nenhum protesto tenha ocorrido. Apenas a esperança de que na quarta-feira tudo seja diferente.
- A nossa torcida é diferente. Nenhuma no Brasil ajuda tanto quando o time está mal quanto a nossa - elogia Ralf, volante que espera apoio incondicional durante os 90 minutos no “jogo do ano” contra o Vasco.
Quem fez parte da pesquisa     Quem não fez parte da pesquisa
América-RN, Atlético-GO, Atlético-MG, Atlético-PR, Barueri, Boa Esporte, Botafogo, Bragatino, Ceará, Corinthians, Criciúma, Flamengo, Fluminense, Goiás, Guarani, Guaratinguetá, Náutico, Ponte Preta, Portuguesa, Santos, São Caetano, São Paulo e Sport.     ABC, América-MG, Bahia, CRB, Cruzeiro, Figueirense, Grêmio, Internacional, Ipatinga, Palmeiras, Vasco e Vitória. Os questionários dos jogadores de ASA, Avaí, Coritiba, Joinville e Paraná não chegaram em tempo de entrar na pesquisa.

No questionário enviado aos jogadores, o somatório de todas as respostas que citam as outras torcidas não se iguala ao número de votos dedicados aos alvinegros (sem contar os 69 que não responderam). Depois de Corinthians e Flamengo, vêm Sport, Grêmio e Atlético-PR. Razão ainda maior de orgulho para a Fiel é o fato de os rivais terem recebido votação inexpressiva. O São Paulo teve seis menções, contra quatro do Santos e uma do Palmeiras (registre-se que os jogadores palmeirenses não participaram da pesquisa).
Para Paulinho, parceiro de Ralf no meio de campo, a presença de alvinegros em todos os cantos do país foi fundamental para que companheiros de outros times coroassem a torcida.
- Sempre tem muita gente, dentro e fora de casa, e eles cantam muito. Ajudam mesmo – decreta.
É nessa força que vem do lado de fora que o Corinthians aposta para vencer o Vasco nesta quarta, voltar a disputar uma semifinal de Libertadores e enlouquecer ainda mais o bando de loucos que o Brasil respeita.

Fonte: Globoesporte.com 

Repórter da Globo que xingou Herrera de 'babaca' se desculpa no Twitter

O argentino do Botafogo, Gérman Herrera, fez três gols na partida desse domingo, 20, contra o São Paulo, válido pela primeira rodada do Brasileirão 2012. O feito deu ao atleta o “direito” de pedir música no ‘Fantástico’, da Globo. Porém, questionado pelo jornalista Marcelo Courrege, o atacante afirmou por duas vezes que não iria escolher nenhum hit.

A decisão de Herrera parece ter irritado outro funcionário da TV Globo, o repórter da edição paulista do ‘Globo Esporte’, Marco Aurélio Souza. Após o quadro esportivo do ‘Fantástico’ ser exibido, o jornalista elogiou a postura do programa de sua emissora e xingou o atacante botafoguense. “Tratou com normalidade e humor o babaca do Herrera”, postou em seu perfil no Twitter.

Na manhã desta segunda-feira, 21, a mensagem em que o jogador é citado já tinha sido apagada do microblog. Mesmo com a retirada do post, Souza publicou que da mesma forma que Herrera teve a liberdade de não participar da brincadeira do programa global, ele tinha o mesmo direito de escrever o que bem entendesse no Twitter.

Porém, no fim da tarde, o jornalista pediu desculpas pelo conteúdo publicado na noite anterior. “Sobre ontem: errei na escolha da palavra e peço desculpas ao Herrera e a quem se sentiu ofendido com o que escrevi. Obrigado”, postou Souza no Twitter. A mensagem está no ar desde às 17h34 desta segunda.

Fonte: Comunique-se 

'Tirar o treinador sem reforçar o elenco seria covardia', afirma Montenegro

Se não concordou com a saída apenas do vice de futebol André Silva (queria também a do gerente de futebol Anderson Barros), Carlos Augusto Montenegro concordou com uma decisão da diretoria do Botafogo: a de manter o técnico Oswaldo de Oliveira.

- É acertadíssimo o Oswaldo continuar. O problema não o técnico, é o elenco. Precisa de laterais, zagueiro e atacante para disputar uma competição como o Brasileiro. As pessoas sabiam desde o início do ano. Mas é Campeonato Carioca, não tem tanta receita. E deu para chegar. No Brasileiro, precisa de contratação. O Botafogo tem muita gente no meio-de-campo, mas há outras opções carentes. Se quer título e Libertadores, precisa contratar. Seedorf seria um jogador de marketing, muito importante para o Botafogo, mas viria para posição que já tem muitos jogadores. Tirar o treinador sem reforçar o elenco seria loucura, até covardia - afirmou o ex-presidente à Rádio Globo.

- Se não se reforçar, vai ficar no meio da tabela. Não corre risco de cair nem de ganhar. Se trouxer os reforços, com a quantidade de bons jogadores no meio-de-campo, pode brigar - alertou.

Montenegro elogia André Silva, mas tiraria ele e Anderson Barros

Ex-presidente do Botafogo, campeão brasileiro em 1995, e influente na política alvinegra, Carlos Augusto Montenegro opinou sobre a saída de André Silva, vice de futebol. Ele fez elogios, mas faria mais mudanças, demitindo também o gerente de futebol, Anderson Barros.

- Tem muita gente questionando se não seria interessante tirar o profissional remunerado, Anderson Barros, não sei. O presidente optou, deve saber o porquê. Era preciso mudar alguma coisa. André fez o possível, é um amigo meu, oriundo da arquibancada, que sacrificou a vida. Cabe voltar para a família, para suas atividades e para a arquibancada.- elogiou à Rádio Globo, antes de insistirem se considerava a decisão certa.

- Não acho correto. Poderia manter os dois, tirar ou dois ou um de cada vez. Muita gente acha que tinha que sair o Anderson Barros. Você cobra do profissional remunerado quando não há resultados. Quando atinge, recompensa dando bônus. Senão, troca o profissional, se não há boa produtividade. Eu tiraria os dois. Mas respeito o presidente e não vou culpá-lo - finalizou.

Site: Mauricio Assumpção acumulará o departamento de futebol

A vitória de virada do Botafogo sobre o São Paulo, neste domingo, por 4 a 2 , não foi suficiente para manter o vice-presidente de futebol André Silva, que, após três anos e meio de trabalho no clube, terá sua saída oficializada nesta terça-feira. O presidente Maurício Assumpção acumulará o cargo.
A mudança é o ponto final na reformulação do departamento de futebol, que começou na semana passada. Sidnei Lourenço, que era gerente das divisões de base do clube e assumiu nesta segunda-feira como supervisor do time profissional. Anderson Barros continua no cargo de gerente de futebol do clube.

Fonte: O Globo Online 

Mauricio Assumpção comandará também futebol, afirma Mantuano

O presidente do Conselho Fiscal Antônio Carlos Mantuanos fez mais críticas devido à saída de André Silva e disse que Mauricio Assumpção comandará também o futebol.

- Esse início da segunda gestão do presidente, espero que corrija a tempo esses equívocos, essas coisas que estão correndo e não agradam torcedores, conselheiros e associados. O Mauricio também acumula a vice-presidência de remo. Outra coisa que eu soube é o que presidente vai tocar o departamento de futebol. Sou suspeito de falar, mas os resultados estão aí.

- Nossas eliminações são para clubes de Terceira Divisão (sic). Se fizermos retrospecto de 2009 para cá, Americano, Santo Cruz, Avaí e esse vexame contra o Vitória. Acho que temos que ter reformulações. Não adianta trazer pessoas do seu relacionamento que não são profissionais da área de futebol, principalmente pela grandeza do Botafogo. A mexida tem que ser total - cobrou.

Após as eliminações no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil, as únicas mudanças foram internas. Ex-gerente da base, Sindei Loureiro virou supervisor de futebol e o ex-treinador dos juniores Eduardo Húngaro virou auxiliar técnico de Oswaldo de Oliveira.

Mantuano: 'André Silva era menos culpado. É série de equívocos'

A saída de André Silva, ex-vice-presidente de futebol, não pegou todos de surpresa. O presidente do Conselho Fiscal, Antônio Carlos Mantuano, revelou que a decisão foi determinada pelo presidente Mauricio Assumpção e defendeu o dirigente que está para sair.

- Há uma série de equívocos desde o ano passado e esse ano, jogamos o semestre fora. Jogamos Estadual e Copa do Brasil só com dois laterias, por exemplo. Se alguém se contunde, é obrigado a improvisar. Na zaga, só tem mais um, o Brinner. Acho que o André Silva é o menos culpado de tudo que ocorre - afirmou à Rádio Tupi, lembrando que ele não era remunerado.

Indiretamente, Antônio Carlos Mantuano criticou o gerente de futebol Anderson Barros.

- Todos os vices-presidentes e presidentes dos poderes são voluntários. O Botafogo tem profissional remunerado que está lá no departamento de futebol. Mas, ao longo desses anos, conquistamos só um título estadual. É muito bem-vindo, mas em termos nacionais e sul-americanos deixamos a desejar. Temos profissionais muito bem-remunerados em todas as áreas, executiva, financeira e marketing, mas se estão deixando a desejar, é outra situação - desabafou.

Anaf defende árbitro criticado pela Ferj: 'Tudo falácia e falta de informação'

Diante da manifestação oficial por parte do senhor Rubens Lopes da Costa Filho, Presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, a ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol , vem por meio desta manifestar apoio e solidariedade ao seu associado Sandro Meira Ricci.
Vivemos em um estado democrático, onde todos nós somos passíveis de acertos e erros. Recebemos por eles, elogios e críticas, porém, repudiamos criticas que não sejam neutras e com embasamento legal, que possa denegrir e expor à opinião pública, a honra do árbitro, do cidadão e pai de família.
Entendemos que o clima acalorado de uma competição não pode servir de pretexto para que profissionais honrados e cumpridores de suas obrigações sejam exposto publicamente com comentários maledicentes e ilações sem nexos.
O senhor Sandro Meira Ricci, árbitro da partida Vasco da Gama e Corinthians, disputada no dia 16 de maio do presente ano na cidade do Rio de Janeiro, partida valida pela Copa Santander Libertadores, apitou 11 partidas entre paulistas e cariocas, sendo que os cariocas saíram vitoriosos em sete delas (63,63%), houve dois empates (18,18%) e duas vitórias dos paulistas (18,18%).
No total da sua carreira até dezembro de 2011, foram 32 partidas envolvendo equipes cariocas, com 32 (37,5%) vitorias dos cariocas, 11 (34,4%) empates e 9 derrotas (28,1%). Já as partidas envolvendo equipes paulistas foram 46, sendo 22 vitórias dos paulistas (47,8%), 7 empates (15,2%) e 17 derrotas (37,0%).
Os números acima só reafirmam a neutralidade do árbitro quando este apita partidas das equipes do Rio de Janeiro e de São Paulo, assim como as equipes dos demais estados. Se analisarmos os números friamente, nas partidas disputadas entre as equipes de São Paulo e do Rio de Janeiro, poderemos constatar que as equipes cariocas levam uma vantagem significativa no numero de vitorias no confronto. Sendo assim, a declaração de que é “muito estranho” a escala do árbitro em partidas de equipes do Rio de Janeiro, não passa de falácia e falta de informação.
Por fim, reafirmamos a nossa confiança no árbitro, no homem e no pai de família Sandro Meira Ricci. Pedimos aos dirigentes que sejam mais ponderados em suas declarações e que acima de tudo, respeitem o cidadão.
Reafirmamos também que a ANAF estará vigilante a este tipo de declaração e atuará sempre em defesa do seu associado.
Marco Antonio Martins
Presidente da ANAF

Fonte: Anaf.com.br