Faltou um algo a mais no Clássico Vovô deste domingo, no Engenhão. Diante de apenas 8.020 pagantes (11.340 presentes), Botafogo e Fluminense empataram em 1 a 1, gols de Elkeson e Fred, resultado que não foi bom para ambos. O Alvinegro, que mandou duas bolas na trave com Herrera, vai aos 14 pontos e perde a liderança do Grupo A para o Flamengo, que tem 15. O Fluminense não consegue entrar na zona de classificação, fica em terceiro no Grupo B, com sete pontos, a dois do segundo colocado, o Bangu.
Faltando duas rodadas para o fim da Taça Rio, o Botafogo só depende duas suas forças. Já o Flu precisa torcer por pelo menos um tropeço do Bangu, que enfrenta Macaé e Resende, além de vencer seus dois últimos jogos.
O próximo compromisso tricolor é sábado, contra o Madureira, em Conselheiro Galvão. O Alvinegro tem pela frente o Friburguense, domingo, no Engenhão. Antes, o Botafogo enfrenta o Guarani, quarta-feira, em Campinas. O Tricolor não joga pela Libertadores.
O primeiro tempo pode ser dividido em duas partes. O Botafogo teve o domínio do jogo no início, abriu o placar e poderia ampliar, mas acabou recuando. Com isso, o Flu cresceu, deixou tudo igual e quase virou. Mais veloz, o Botafogo começou com mais volume. O Fluminense encontrava dificuldades para ficar com a bola. Fred teve boa chance no início quando Jefferson saiu mal do gol, mas o goleiro conseguiu defender a cabeçada.
Depois do nervosismo inicial, o Alvinegro se organizou e não demorou a balançar a rede. Aos 17 minutos, Elkeson ganhou de Bruno, tabelou com Andrezinho e recebeu livre do lado esquerdo da área. Diego Cavalieri saiu do gol, mas o meia bateu de canhota sem chances de defesa para fazer 1 a 0.
O Botafogo quase fez o segundo em bela trama de Renato e Fellype Gabriel. Cavalieri fez boa defesa. Mas, inexplicavelmente, o time de Oswaldo de Oliveira recuou e passou a dar muitos espaços para o Flu, que cresceu. Os laterais Carlinhos e Bruno se lançaram ao ataque, mas os cruzamentos nunca eram bons.
O Flu carecia de mais qualidade, e tal característica sobra a Deco, que passou a jogar. O primeiro ato foi colocar a bola no peito de Fred. O atacante dominou, mas, desequilibrado, mandou para fora. A jogada do gol do empate nasceu dos pés de Deco, aos 34. Nem foi lançado, deixou Márcio Azevedo para trás e cruzou rasteiro para Fred tocar e deixar tudo igual: 1 a 1.
Empolgado com o empate, o Flu foi para cima e quase virou. Numa boa arrancada de Bruno, o cruzamento não foi dos melhores. Mas Deco aproveitou a espirrada da zaga alvinegra para tocar para Nem, na entrada da área, bater com muito perigo. O Fluminense perdeu Valencia, machucado. Edinho entrou.
Os dois times voltaram para a segunda etapa errando muito. A criação tricolor já não era mais a mesma. Chamava a atenção a atuação ruim de Thiago Neves, apagado. No Botafogo, Herrera sofria com o isolamento.
O Fluminense teve uma baixa importante aos 15 minutos. Fred, com a mão na virilha esquerda, deixou o gramado para a entrada de Rafael Moura. E o Botafogo ficou muito perto de fazer o segundo na sequência, quando Herrera bateu de fora da área e mandou na trave. Para deixar o time mais ofensivo, Oswaldo trocou Andrezinho por Jobson.
O Flu deu a resposta em chute de Jean. Mas, aos poucos, o jogo ficou muito ruim, com inúmeros erros de passe. As chances eram cada vez mais raras. As últimas cartadas foram Rafael Sobis, pelo Flu, e Caio, pelo Botafogo. O Tricolor parou em campo, e o Alvinegro cresceu.
A arbitragem deixou de expulsar Deco aos 37, em entrada dura em Caio. O meia já tinha cartão amarelo, mas não foi punido. A cobrança de falta de Elkeson, mais uma vez, parou na barreira. O Flu chegou bem com Sobis na sequência, mas Jefferson espalmou. E o Botafogo só não desempatou no fim porque o chute de Fellype Gabriel parou em Cavalieri e a cabeçada de Herrera ficou na trave.
FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 1 BOTAFOGO
Local: Engenhão, Rio de janeiro (RJ)
Data-Hora: 1/4/2012 - 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Auxiliares: Silbert Faria Sisquim (RJ) e Luiz Claudio Regazonne (RJ)
Renda e público: R$ 217.575,00 / 8.020 pagantes / 11.340 presentes
Cartões amarelos: Deco, Wellington Nem e Edinho (FLU); Elkeson, Marcelo Mattos e Herrera (BOT)
Cartões vermelhos: -
Gols: Elkeson 17'/1ºT (0-1) e Fred 34'/1ºT (1-1)
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Andrezinho (Jobson 19'/2ºT), Fellype Gabriel e Elkeson (Caio 35'/2ºT); Herrera - Técnico: Oswaldo de Oliveira.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia (Edinho 42'/1ºT), Jean, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem (Rafael Sobis 35'/2ºT) e Fred (Rafael Moura 16'/2º T) - Técnico: Abel Braga.
Fonte: Globoesporte.com (texto) e Lancenet! (ficha)
domingo, 1 de abril de 2012
PM evita emboscada no estádio e detém 62 de facção do Botafogo
A Polícia Militar impediu que se repetisse neste domingo no Rio de Janeiro episódio semelhante ao ocorrido no último fim de semana em São Paulo. A Fúria Jovem, facção organizada do Botafogo, tentou realizar uma emboscada a torcedores do Fluminense, mas a polícia evitou que isso ocorresse, momentos antes do clássico no Engenhão.
Quarenta e sete adultos, sendo uma mulher, e 15 menores de idade foram detidos e fichados no Juizado Especial Criminal (Jecrim) do Engenhão. Eles aguardavam armados com paus e pedras o comboio da torcida do Fluminense na Rua José Bonifácio, na região do estádio, mas a Polícia chegou e evitou que o pior acontecesse.
- A situação foi devidamente controlada e não houve qualquer confusão. A Polícia agiu rapidamente e prendeu cerca de 50 torcedores da Fúria Jovem - explicou o tenente-coronel João Fiorentini, comandante do Gepe.
A PM decidiu proibir a entrada de torcedores uniformizados da Fúria Jovem, bem como instrumentos musiciais, faixas e bandeiras no estádio para o clássico.
No último domingo, torcedores de Corinthians e Palmeiras entraram em confronto na capital paulista cerca de seis horas antes do clássico no Pacaembu e dois palmeirenses acabaram mortos. Já no último sábado, em Goiânia, um torcedor do Goiás morreu ao ser perseguido e baleado por torcedores do Vila Nova, no Parque Vaca Brava, região sul da cidade.
Fonte: Lancenet!
Quarenta e sete adultos, sendo uma mulher, e 15 menores de idade foram detidos e fichados no Juizado Especial Criminal (Jecrim) do Engenhão. Eles aguardavam armados com paus e pedras o comboio da torcida do Fluminense na Rua José Bonifácio, na região do estádio, mas a Polícia chegou e evitou que o pior acontecesse.
- A situação foi devidamente controlada e não houve qualquer confusão. A Polícia agiu rapidamente e prendeu cerca de 50 torcedores da Fúria Jovem - explicou o tenente-coronel João Fiorentini, comandante do Gepe.
A PM decidiu proibir a entrada de torcedores uniformizados da Fúria Jovem, bem como instrumentos musiciais, faixas e bandeiras no estádio para o clássico.
No último domingo, torcedores de Corinthians e Palmeiras entraram em confronto na capital paulista cerca de seis horas antes do clássico no Pacaembu e dois palmeirenses acabaram mortos. Já no último sábado, em Goiânia, um torcedor do Goiás morreu ao ser perseguido e baleado por torcedores do Vila Nova, no Parque Vaca Brava, região sul da cidade.
Fonte: Lancenet!
Base: Juniores perdem para o Fluminense e título da Taça GB fica longe
Com gol de Mattheus, filho de Bebeto, o Flamengo fez a sua parte e derrotou o Bangu por 1 a 0 na Gávea, na tarde de sábado, pela 13ª rodada da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca de juniores. A vitória, no entanto, manteve o time rubro-negro na vice-liderança, uma vez que o líder Nova Iguaçu também venceu. No Laranjão, a equipe da Baixada fez 4 a 2 no Volta Redonda e chegou aos 34 pontos, dois a mais que o Fla. Biro Biro foi o artilheiro da partida com três gols.
Na manhã deste domingo, nas Laranjeiras, o Fluminense levou a melhor sobre o Botafogo no clássico da rodada. Com a vitória por 2 a 1, o time tricolor trocou de posição com o rival e agora aparece em terceiro lugar, com 31 pontos, a apenas três do Nova Iguaçu. O Botafogo é o quarto, com 28. Lucas Patinho e Michael fizeram os gols tricolores.
Restando duas rodadas para o fim da Taça Guanabara, o Vasco não tem mais chances de título. No sábado, o time da Colina perdeu para o Macaé por 3 a 2 e, com 25 pontos, não pode mais alcançar o Nova Iguaçu.
O Carioca de juniores é disputado pelas mesmas 16 equipes do campeonato profissional, mas tem uma fórmula diferente. Todos os times se enfrentam, tanto na Taça Guanabara quanto na Taça Rio, e aquele que somar mais pontos conquista o turno. A decisão do campeonato reúne os vencedores de cada turno. Se a mesma equipe faturar a Taça Guanabara e a Taça Rio, será campeã estadual de forma antecipada.
Confira todos os resultados e os próximos jogos:
Resultados da 13ª rodada Jogos da 14ª rodada
Flamengo 1 x 0 Bangu (Gávea) Sábado, às 10h, Vasco x Flamengo (Luso Brasileiro)
Nova Iguaçu 4 x 2 Volta Redonda (Laranjão) Sábado, às 10h, Madureira x Fluminense (Conselheiro Galvão)
Macaé 3 x 2 Vasco (Moacyrzão) Sábado, às 13h45m, Olaria x Duque de Caxias (Bariri)
Fluminense 2 x 1 Botafogo (Laranjeiras) Sábado, às 13h45m, Bangu x Macaé (Moça Bonita)
Friburguense 0 x 1 Madureira (Eduardo Guinle) Sábado, às 15h, Botafogo x Friburguense (Caio Martins)
Duque de Caxias 2 x 1 Bonsucesso (Marrentão) Domingo, às 13h45m, Bonsucesso x Boavista (Leônidas da Silva)
Boavista 2 x 3 Olaria (CFZ) Domingo, às 13h45m, Americano x Nova Iguaçu (Godofredo Cruz)
Resende 0 x 1 Americano (Trabalhador) Domingo, às 13h45m, Volta Redonda x Resende (Raulino de Oliveira)
Confira a classificação da Taça Guanabara após a 13ª rodada:
1º Nova Iguaçu, 34 pontos
2º Flamengo, 32 pontos
3º Fluminense, 31 pontos
4º Botafogo, 28 pontos
5º Vasco, 25 pontos
6º Bonsucesso, 21 pontos
7º Macaé, 19 pontos
8º Volta Redonda, 17 pontos
9º Americano, 13 pontos
10º Bangu, 13 pontos
11º Boavista, 13 pontos
12º Olaria, 13 pontos
13º Duque de Caxias, 12 pontos
14º Madureira, 12 pontos
15º Friburguense, 9 pontos
16º Resende, 5 pontos
Fonte: Globoesporte.com
Na manhã deste domingo, nas Laranjeiras, o Fluminense levou a melhor sobre o Botafogo no clássico da rodada. Com a vitória por 2 a 1, o time tricolor trocou de posição com o rival e agora aparece em terceiro lugar, com 31 pontos, a apenas três do Nova Iguaçu. O Botafogo é o quarto, com 28. Lucas Patinho e Michael fizeram os gols tricolores.
Restando duas rodadas para o fim da Taça Guanabara, o Vasco não tem mais chances de título. No sábado, o time da Colina perdeu para o Macaé por 3 a 2 e, com 25 pontos, não pode mais alcançar o Nova Iguaçu.
O Carioca de juniores é disputado pelas mesmas 16 equipes do campeonato profissional, mas tem uma fórmula diferente. Todos os times se enfrentam, tanto na Taça Guanabara quanto na Taça Rio, e aquele que somar mais pontos conquista o turno. A decisão do campeonato reúne os vencedores de cada turno. Se a mesma equipe faturar a Taça Guanabara e a Taça Rio, será campeã estadual de forma antecipada.
Confira todos os resultados e os próximos jogos:
Resultados da 13ª rodada Jogos da 14ª rodada
Flamengo 1 x 0 Bangu (Gávea) Sábado, às 10h, Vasco x Flamengo (Luso Brasileiro)
Nova Iguaçu 4 x 2 Volta Redonda (Laranjão) Sábado, às 10h, Madureira x Fluminense (Conselheiro Galvão)
Macaé 3 x 2 Vasco (Moacyrzão) Sábado, às 13h45m, Olaria x Duque de Caxias (Bariri)
Fluminense 2 x 1 Botafogo (Laranjeiras) Sábado, às 13h45m, Bangu x Macaé (Moça Bonita)
Friburguense 0 x 1 Madureira (Eduardo Guinle) Sábado, às 15h, Botafogo x Friburguense (Caio Martins)
Duque de Caxias 2 x 1 Bonsucesso (Marrentão) Domingo, às 13h45m, Bonsucesso x Boavista (Leônidas da Silva)
Boavista 2 x 3 Olaria (CFZ) Domingo, às 13h45m, Americano x Nova Iguaçu (Godofredo Cruz)
Resende 0 x 1 Americano (Trabalhador) Domingo, às 13h45m, Volta Redonda x Resende (Raulino de Oliveira)
Confira a classificação da Taça Guanabara após a 13ª rodada:
1º Nova Iguaçu, 34 pontos
2º Flamengo, 32 pontos
3º Fluminense, 31 pontos
4º Botafogo, 28 pontos
5º Vasco, 25 pontos
6º Bonsucesso, 21 pontos
7º Macaé, 19 pontos
8º Volta Redonda, 17 pontos
9º Americano, 13 pontos
10º Bangu, 13 pontos
11º Boavista, 13 pontos
12º Olaria, 13 pontos
13º Duque de Caxias, 12 pontos
14º Madureira, 12 pontos
15º Friburguense, 9 pontos
16º Resende, 5 pontos
Fonte: Globoesporte.com
Depois de parar Fred, Antônio Carlos decifra estilo do ex-parceiro He-Man
Apesar de serem atacantes de área, teoricamente com características similares, Fred e Rafael Moura têm diferenças em seus estilos e exigem um posicionamento diferente do zagueiro, avalia Antônio Carlos. Com nova missão de parar o ataque do Fluminense, neste domingo, às 18h30m, no Engenhão, o camisa 3 do Botafogo decifrou o que precisa mudar para evitar que He-Man, provável titular no clássico, não passe pelo bloqueio alvinegro, assim como o artilheiro tricolor, que também pode estar em campo, não conseguiu no último encontro entre ambos.
Na ocasião, o empate e a posterior eliminação nos pênaltis ofuscaram a participação do capitão - na ausência de Loco Abreu - que contribuiu para que Fred visse pouco a cor da bola.
- Rafael gosta mais do contato, já joguei muito contra ele também e fomos companheiros no Atlético-PR. É um grande parceiro, somos amigos mesmo. Precisamos evitar que ele venha com força e trombe, porque é o que ele gosta. Tem de ser acompanhado de uma maneira diferente da do Fred, que gira mais com a bola no pé. Mas não temos essa preocupação individual sobre quem marcar, depende do setor em que cair. O Fábio (Ferreira, companheiro de zaga) o conhece e sabe esses caminhos para tentar pará-lo - afirmou Antônio Carlos, cujo retrospecto diante do clube que o revelou, especialmente, pelo Glorioso, é muito positivo.
- Ganhei bem mais do que perdi (risos), e empatamos bastante - recorda-se.
Foram, na verdade, três vitórias e três empates em sete confrontos com ele campo.
Líder do Grupo A, com 13 pontos, o Botafogo quer adiantar sua classificação e manter-se invicto. Tem o Flamengo e o Macaé, que já jogou na rodada, com 12 em sua cola. Já o Flu soma apenas seis pontos, mas, pelo baixo do aproveitamento de sua chave, ainda respira em terceiro. O time será misto no clássico, pelo cansaço da viagem à Venezuela, pela Libertadores, mas um triunfo muda o panorama na Taça Rio e o recoloca na briga para evitar a decisão do estadual.
Fonte: Globoesporte.com
Na ocasião, o empate e a posterior eliminação nos pênaltis ofuscaram a participação do capitão - na ausência de Loco Abreu - que contribuiu para que Fred visse pouco a cor da bola.
- Rafael gosta mais do contato, já joguei muito contra ele também e fomos companheiros no Atlético-PR. É um grande parceiro, somos amigos mesmo. Precisamos evitar que ele venha com força e trombe, porque é o que ele gosta. Tem de ser acompanhado de uma maneira diferente da do Fred, que gira mais com a bola no pé. Mas não temos essa preocupação individual sobre quem marcar, depende do setor em que cair. O Fábio (Ferreira, companheiro de zaga) o conhece e sabe esses caminhos para tentar pará-lo - afirmou Antônio Carlos, cujo retrospecto diante do clube que o revelou, especialmente, pelo Glorioso, é muito positivo.
- Ganhei bem mais do que perdi (risos), e empatamos bastante - recorda-se.
Foram, na verdade, três vitórias e três empates em sete confrontos com ele campo.
Líder do Grupo A, com 13 pontos, o Botafogo quer adiantar sua classificação e manter-se invicto. Tem o Flamengo e o Macaé, que já jogou na rodada, com 12 em sua cola. Já o Flu soma apenas seis pontos, mas, pelo baixo do aproveitamento de sua chave, ainda respira em terceiro. O time será misto no clássico, pelo cansaço da viagem à Venezuela, pela Libertadores, mas um triunfo muda o panorama na Taça Rio e o recoloca na briga para evitar a decisão do estadual.
Fonte: Globoesporte.com
Loco Abreu ficou mesmo fora do clássico contra o Fluminense
O atacante Loco Abreu não se recuperou de dores nas costas em virtude de uma pancada sofrida em dividida com o goleiro reserva Renan no treino da última sexta-feira. No sábado, o uruguaio também não havia treinado.
Loco ficou fora da última partida do Botafogo, diante do Duque de Caxias. Ele foi poupado depois de ter passado por três semanas de preparação física e técnica direcionadas a ele. O atacante vinha sendo justamente preparado para o jogo contra o Fluminense.
Sem o uruguaio, Herrera foi titular.
Fonte: Lancenet!
Loco ficou fora da última partida do Botafogo, diante do Duque de Caxias. Ele foi poupado depois de ter passado por três semanas de preparação física e técnica direcionadas a ele. O atacante vinha sendo justamente preparado para o jogo contra o Fluminense.
Sem o uruguaio, Herrera foi titular.
Fonte: Lancenet!
Carlos Alberto e Jairzinho, craques do Clássico Vovô, apostam no Botafogo
Um lindo cenário. Um encontro de três craques: dois dos pés e um da voz. Inúmeras histórias do mundo da bola. Uma partida que resume a história de tudo isso: o Clássico Vovô, entre Botafogo e Fluminense. E para contar um pouco dessa história o Esporte Espetacular juntou Carlos Alberto Torres - o capitão do tricampeonato mundial -, Jairzinho - o Furacão da Copa de 70 - e o locutor Luis Roberto - uma das principais vozes das transmissões da TV Globo. Na praia do Leme, zona sul do Rio de Janeiro, os três falaram um pouco sobre as diferenças entre o futebol antigo e o atual, sobre Neymar e Messi.
- O Clássico Vovô é um clássico muito emotivo. Ele mexe com o coração dos torcedores. Na minha primeira partida contra o Flu no profissional tinha umas 170, 180 mil pessoas no Maracanã. A festa das duas torcidas é maravilhosa - comentou o Furacão.
- Joguei poucas vezes contra o Jairzinho em Clássicos Vovô, porque fui revelado no Flu, mas logo fui para o Santos. Eu nunca tive que marcar ele em um inteiro, porque ele era esperto e eu também. Eu jogava do meu ladinho e ele ficava lá do outro lado do campo - brincou o Capita.
Além disso, os jogadores ainda tiveram que "analisar" o melhor jogador do mundo nas últimas três temporadas, o craque argentino Lionel Messi. O camisa 10 do Barcelona, da Espanha, ganhou um elogio no mínimo curioso do ex-atacante canarinho.
- O Messi é um extraterrestre. Eu acho que vai ser difícil encontrar outro desse. Ele vai ficar se perpetuando. Porque ele é um acidente. Isso não acontece com facilidade - brincou Jairzinho.
Já o Capitão do Tri ficou com a "responsabilidade" de comentar sobre o atual momento de Neymar, craque do Santos e da Seleção Brasileira. Mas se a maioria da torcida brasileira está satisfeita com o camisa 11 do Peixe, o ex-lateral direito do Fluminense e o Botafogo optou pela cobrança ao jovem.
- Eu acho que ele tem tudo para ser o cara do Brasil na Copa e 2014. Mas eu acho que ele tem o efeito de ficar se jogando toda hora. Se a gente olhar na câmera lenta, quando ele recebe a bola, já vai se jogando. Um jogador que tem a capacidade do Neymar não pode se contentar em jogar em uma só posição. Você tem que se movimentar e criar dificuldades para o adversário - comentou.
Tricampeões no México e destaques na final contra a Itália (Jairzinho marcou o terceiro gol e Carlos Alberto o quarto nos 4 a 1), eles também relembraram jogadas históricas aquele Mundial.
- Antes da Copa, eu pedi uma benção para que eu ficasse protegido das entradas violentas dos adversários. Porque eu tinha tido uma série de lesões no Brasil. Então, naquele momento o gol, eu só poderia agradecer ao meu Divino - revelou Jair.
- Carlos Alberto, eu acho que aquele gol seu na final de 70 é o gol mais coletivo da história das Copas - afirmou Luis Roberto.
- Aquilo ali foi uma jogada que o Zagallo nos alertou que poderia acontecer em algum momento do jogo. A gente poderia ter só tocado a bola, porque faltavam três minutos para acabar o jogo. Eu podia ficar lá conversando com o Félix, batendo papo... Mas eu prestei atenção e fui para a frente, porque eu sabia que a bola vinha para mim - lembrou o Capita.
Jairzinho jogou 413 partidas e marcou 186 gols com a camisa do Botafogo. Enquanto isso, Carlos Alberto Torres passou pelo Fluminense por duas vezes. Mesmo assim, os dois optaram pelo mesmo lado no clássico deste domingo.
- Para mim o Botafogo é o favorito. Palpite? Que o Botafogo ganhe - brincou Jair.
- Eu acho que vai ser 2 a 0 Botafogo. A final do Carioca será entre Flu e Bota, com toda certeza - complementou Torres.
Fonte: Globoesporte.com
- O Clássico Vovô é um clássico muito emotivo. Ele mexe com o coração dos torcedores. Na minha primeira partida contra o Flu no profissional tinha umas 170, 180 mil pessoas no Maracanã. A festa das duas torcidas é maravilhosa - comentou o Furacão.
- Joguei poucas vezes contra o Jairzinho em Clássicos Vovô, porque fui revelado no Flu, mas logo fui para o Santos. Eu nunca tive que marcar ele em um inteiro, porque ele era esperto e eu também. Eu jogava do meu ladinho e ele ficava lá do outro lado do campo - brincou o Capita.
Além disso, os jogadores ainda tiveram que "analisar" o melhor jogador do mundo nas últimas três temporadas, o craque argentino Lionel Messi. O camisa 10 do Barcelona, da Espanha, ganhou um elogio no mínimo curioso do ex-atacante canarinho.
- O Messi é um extraterrestre. Eu acho que vai ser difícil encontrar outro desse. Ele vai ficar se perpetuando. Porque ele é um acidente. Isso não acontece com facilidade - brincou Jairzinho.
Já o Capitão do Tri ficou com a "responsabilidade" de comentar sobre o atual momento de Neymar, craque do Santos e da Seleção Brasileira. Mas se a maioria da torcida brasileira está satisfeita com o camisa 11 do Peixe, o ex-lateral direito do Fluminense e o Botafogo optou pela cobrança ao jovem.
- Eu acho que ele tem tudo para ser o cara do Brasil na Copa e 2014. Mas eu acho que ele tem o efeito de ficar se jogando toda hora. Se a gente olhar na câmera lenta, quando ele recebe a bola, já vai se jogando. Um jogador que tem a capacidade do Neymar não pode se contentar em jogar em uma só posição. Você tem que se movimentar e criar dificuldades para o adversário - comentou.
Tricampeões no México e destaques na final contra a Itália (Jairzinho marcou o terceiro gol e Carlos Alberto o quarto nos 4 a 1), eles também relembraram jogadas históricas aquele Mundial.
- Antes da Copa, eu pedi uma benção para que eu ficasse protegido das entradas violentas dos adversários. Porque eu tinha tido uma série de lesões no Brasil. Então, naquele momento o gol, eu só poderia agradecer ao meu Divino - revelou Jair.
- Carlos Alberto, eu acho que aquele gol seu na final de 70 é o gol mais coletivo da história das Copas - afirmou Luis Roberto.
- Aquilo ali foi uma jogada que o Zagallo nos alertou que poderia acontecer em algum momento do jogo. A gente poderia ter só tocado a bola, porque faltavam três minutos para acabar o jogo. Eu podia ficar lá conversando com o Félix, batendo papo... Mas eu prestei atenção e fui para a frente, porque eu sabia que a bola vinha para mim - lembrou o Capita.
Jairzinho jogou 413 partidas e marcou 186 gols com a camisa do Botafogo. Enquanto isso, Carlos Alberto Torres passou pelo Fluminense por duas vezes. Mesmo assim, os dois optaram pelo mesmo lado no clássico deste domingo.
- Para mim o Botafogo é o favorito. Palpite? Que o Botafogo ganhe - brincou Jair.
- Eu acho que vai ser 2 a 0 Botafogo. A final do Carioca será entre Flu e Bota, com toda certeza - complementou Torres.
Fonte: Globoesporte.com
Bota: prejuízo de R$ 166 milhões em 2011. 90% são atualizações
Fluminense e Botafogo , que se enfrentam hoje, às 18h30, no Engenhão, têm se destacado por levantar a discussão da necessidade de se salvar o Estadual do fracasso financeiro. Ambos sabem da importância de se oxigenar as finanças. Com números que apontam prejuízos no ano passado, eles vêm lutando para fugir do vermelho.
O Tricolor, que na última terça-feira aprovou as contas de 2011, terminou o ano com saldo negativo de R$ 34,1 milhões. No mesmo período, o Alvinegro, que ainda não levou o balanço a votação, apresentou um prejuízo de R$ 166,6 milhões.
Nos dois casos, há uma grande dificuldade em aumentar as receitas. Enquanto o time das Laranjeiras elevou os ganhos de R$ 74,1 milhões em 2010 para R$ 77,3 milhões em 2011 (4%), o de General Severiano aumentou em 13%, indo de R$ 49,2 milhões em 2010 para R$ 55,7 milhões no ano passado.
O exemplo de solução vem de fora. Real Madrid e Barcelona, os dois clubes mais ricos do mundo, garantem suas grandes receitas (R$ 1,8 bilhão em 2010) apoiados em marketing, exploração comercial dos estádios, sócios e direitos de transmissão. A dupla carioca exibe números modestos nestes quesitos. Dessas quatro fontes de renda a que paga melhor é a TV, que, em 2011, deu ao Fluminense R$ 29,4 milhões e ao Botafogo, R$ 22 milhões.
O Jogo Extra procurou a assessoria de imprensa do Fluminense na tarde de sexta-feira. A ligação só foi atendida à noite e teve como resposta a declaração de que o assunto era complexo demais para ser discutido em poucas horas.
Procurado no mesmo horário, o Botafogo explicou, através do departamento financeiro, que o déficit tão grande em 2011 se deve ao fato de o clube ter assumido no balanço compromissos não pagos em outros anos. Essas dívidas foram atualizadas levando em conta os índices de inflação atuais.
"A dívida é do Botafogo e a responsabilidade é da diretoria. As atualizações representam cerca de 90% do total, mas conseguimos pagar R$ 30 milhões somente em 2011", afirma a nota, que ainda lembra que os gastos com contratações de jogadores irão se convertes em ativos para o clube em futuras transações.
PATROCÍNIO
No 13º ano de parceria com a Unimed, o Fluminense recebeu R$ 15,8 milhões em publicidade e patrocínio, quase o dobro dos R$ 6,7 milhões arrecados pelo Alvinegro.
CLUBE SOCIAL
O Botafogo gastou R$ 17,9 milhões com o seu quadro social em 2011. Já o Tricolor cortou gastos e desembolsou R$ 47,3 milhões, R$ 14 milhões a menos que no ano anterior.
BILHETERIA
Os alvinegros lucraram R$ 4,4 milhões em 2011 contra R$ 3,4 milhões dos trioclores. Ambos disputaram Carioca e Brasileiro. O Botafogo jogou ainda Copa do Brasil e Sul-Americana, enquanto o Fluminense disputou a Libertadores.
ESPORTES AMADORES
O clube das Laranjeiras investiu R$ 5,8 milhões nos demais esportes, mais que o dobro do que foi gasto pelo Botafogo no mesmo período: R$ 2,3 milhões.
Fonte: Extra
O Tricolor, que na última terça-feira aprovou as contas de 2011, terminou o ano com saldo negativo de R$ 34,1 milhões. No mesmo período, o Alvinegro, que ainda não levou o balanço a votação, apresentou um prejuízo de R$ 166,6 milhões.
Nos dois casos, há uma grande dificuldade em aumentar as receitas. Enquanto o time das Laranjeiras elevou os ganhos de R$ 74,1 milhões em 2010 para R$ 77,3 milhões em 2011 (4%), o de General Severiano aumentou em 13%, indo de R$ 49,2 milhões em 2010 para R$ 55,7 milhões no ano passado.
O exemplo de solução vem de fora. Real Madrid e Barcelona, os dois clubes mais ricos do mundo, garantem suas grandes receitas (R$ 1,8 bilhão em 2010) apoiados em marketing, exploração comercial dos estádios, sócios e direitos de transmissão. A dupla carioca exibe números modestos nestes quesitos. Dessas quatro fontes de renda a que paga melhor é a TV, que, em 2011, deu ao Fluminense R$ 29,4 milhões e ao Botafogo, R$ 22 milhões.
O Jogo Extra procurou a assessoria de imprensa do Fluminense na tarde de sexta-feira. A ligação só foi atendida à noite e teve como resposta a declaração de que o assunto era complexo demais para ser discutido em poucas horas.
Procurado no mesmo horário, o Botafogo explicou, através do departamento financeiro, que o déficit tão grande em 2011 se deve ao fato de o clube ter assumido no balanço compromissos não pagos em outros anos. Essas dívidas foram atualizadas levando em conta os índices de inflação atuais.
"A dívida é do Botafogo e a responsabilidade é da diretoria. As atualizações representam cerca de 90% do total, mas conseguimos pagar R$ 30 milhões somente em 2011", afirma a nota, que ainda lembra que os gastos com contratações de jogadores irão se convertes em ativos para o clube em futuras transações.
PATROCÍNIO
No 13º ano de parceria com a Unimed, o Fluminense recebeu R$ 15,8 milhões em publicidade e patrocínio, quase o dobro dos R$ 6,7 milhões arrecados pelo Alvinegro.
CLUBE SOCIAL
O Botafogo gastou R$ 17,9 milhões com o seu quadro social em 2011. Já o Tricolor cortou gastos e desembolsou R$ 47,3 milhões, R$ 14 milhões a menos que no ano anterior.
BILHETERIA
Os alvinegros lucraram R$ 4,4 milhões em 2011 contra R$ 3,4 milhões dos trioclores. Ambos disputaram Carioca e Brasileiro. O Botafogo jogou ainda Copa do Brasil e Sul-Americana, enquanto o Fluminense disputou a Libertadores.
ESPORTES AMADORES
O clube das Laranjeiras investiu R$ 5,8 milhões nos demais esportes, mais que o dobro do que foi gasto pelo Botafogo no mesmo período: R$ 2,3 milhões.
Fonte: Extra
Botafogo entra com 2 jogadores pendurados no clássico contra Fluminense
O Botafogo tem apenas dois jogadores pendurados na Taça Rio. São eles o zagueiro Antônio Carlos e o lateral-esquerdo Marcio Azevedo. Se receberem cartão no clássico deste domingo, contra o Fluminense, não poderão enfrentar o Friburguense, no próximo domingo, no Engenhão.
Vítima de Messi, ex-Botafogo exalta craque: 'Parece estar jogando futevôlei'
Coube a um brasileiro a "honra" de sofrer o gol que transformou Lionel Messi no maior artilheiro da história do Barcelona, na vitória sobre o Granada, no dia 20 de março, por 5 a 3. Ex-Botafogo, o arqueiro Júlio César não mostrou mágoa com o fato e encheu seu algoz de elogios.
"Messi é o melhor jogador da atualidade e não é por acaso. Quando fica na frente do goleiro, parece que está jogando futevôlei na praia. Ele tem muita inteligência e é bastante calmo", analisou o goleiro, em entrevista ao Dia Online.
Curiosamente, esta não foi a primeira vez que Julio Cesar correu o risco de entrar para a história. Em 2007, na reta final da corrida de Romário pelo milésimo gol, o então arqueiro do Botafogo parou o Baixinho em um jogo pelo Campeonato Carioca. Por isso, ele não se incomoda por ter sido "eternizado" por Messi.
"Eu nem sabia dessa possibilidade antes do jogo. Fiquei sabendo em cima da hora. Mas faz parte. Contra o Romário, pelo Botafogo, consegui evitar o milésimo gol. A gente sabe que goleiro entra para a história como vilão e vítima, não como herói", disse.
Além de ter sofrido o gol histórico, Julio ainda teve de entregar a bola da partida a Messi, já que, pela tradição na Espanha, um atleta que balança as redes três vezes num só jogo leva a pelota do duelo como prêmio. "Calhou de o juiz terminar a partida com a bola nas minhas mãos. O Messi veio na minha direção para pegá-la. Eu o parabenizei, e ele me desejou boa sorte", contou o goleiro, que relembrou o jogo e admitiu ser muito difícil superar o Barça.
"O Barcelona tem uma movimentação muito rápida, os atletas não têm posição fixa, e isso torna muito difícil a marcação para qualquer adversário. Eles abriram 2 a 0 e nós chegamos a empatar, mas depois o Messi fez a diferença", declarou.
Agora com conhecimento de causa e sem precisar mais enfrentar os catalães, Julio se permite dar dicas para o companheiro de posição Abbiati, do Milan, que vai encarar Messi e companhia pela Liga dos Campeões. "Acho que tem que tentar ficar parado o máximo possível, esperar dele definir. Mesmo assim é muito complicado", ressaltou, apostando nos espanhós como vencedores do embate. "É um confronto difícil, o Milan está muito bem, mas eu acho que o Barça passa".
Goleiro destaca evolução ao atuar contra os melhores do mundo
Vinculado ao Benfica até 2014, Julio Cesar está emprestado ao Granada até o fim da atual temporada europeia. Apesar de jogar num time de menor expressão, o goleiro acredita que ganhou mais experiência ao atuar na Espanha.
"Aqui é mais disputado do que em Portugal. O futebol na Espanha é mais parecido com o brasileiro, a bola fica mais no pé. Em Portugal o jogo se parece mais com a Inglaterra, é mais direto. Atuar na liga espanhola é bom porque a gente enfrenta os melhores, e isso valoriza, faz com que você evolua muito", analisou o arqueiro, que se surpreendeu também com o Granada.
"O time acabou de subir, mas a torcida é muito grande. Fiquei surpreendido com isso. Os torcedores da cidade são fanáticos, apoiam bastante", relatou.
Fonte: O Dia Online
"Messi é o melhor jogador da atualidade e não é por acaso. Quando fica na frente do goleiro, parece que está jogando futevôlei na praia. Ele tem muita inteligência e é bastante calmo", analisou o goleiro, em entrevista ao Dia Online.
Curiosamente, esta não foi a primeira vez que Julio Cesar correu o risco de entrar para a história. Em 2007, na reta final da corrida de Romário pelo milésimo gol, o então arqueiro do Botafogo parou o Baixinho em um jogo pelo Campeonato Carioca. Por isso, ele não se incomoda por ter sido "eternizado" por Messi.
"Eu nem sabia dessa possibilidade antes do jogo. Fiquei sabendo em cima da hora. Mas faz parte. Contra o Romário, pelo Botafogo, consegui evitar o milésimo gol. A gente sabe que goleiro entra para a história como vilão e vítima, não como herói", disse.
Além de ter sofrido o gol histórico, Julio ainda teve de entregar a bola da partida a Messi, já que, pela tradição na Espanha, um atleta que balança as redes três vezes num só jogo leva a pelota do duelo como prêmio. "Calhou de o juiz terminar a partida com a bola nas minhas mãos. O Messi veio na minha direção para pegá-la. Eu o parabenizei, e ele me desejou boa sorte", contou o goleiro, que relembrou o jogo e admitiu ser muito difícil superar o Barça.
"O Barcelona tem uma movimentação muito rápida, os atletas não têm posição fixa, e isso torna muito difícil a marcação para qualquer adversário. Eles abriram 2 a 0 e nós chegamos a empatar, mas depois o Messi fez a diferença", declarou.
Agora com conhecimento de causa e sem precisar mais enfrentar os catalães, Julio se permite dar dicas para o companheiro de posição Abbiati, do Milan, que vai encarar Messi e companhia pela Liga dos Campeões. "Acho que tem que tentar ficar parado o máximo possível, esperar dele definir. Mesmo assim é muito complicado", ressaltou, apostando nos espanhós como vencedores do embate. "É um confronto difícil, o Milan está muito bem, mas eu acho que o Barça passa".
Goleiro destaca evolução ao atuar contra os melhores do mundo
Vinculado ao Benfica até 2014, Julio Cesar está emprestado ao Granada até o fim da atual temporada europeia. Apesar de jogar num time de menor expressão, o goleiro acredita que ganhou mais experiência ao atuar na Espanha.
"Aqui é mais disputado do que em Portugal. O futebol na Espanha é mais parecido com o brasileiro, a bola fica mais no pé. Em Portugal o jogo se parece mais com a Inglaterra, é mais direto. Atuar na liga espanhola é bom porque a gente enfrenta os melhores, e isso valoriza, faz com que você evolua muito", analisou o arqueiro, que se surpreendeu também com o Granada.
"O time acabou de subir, mas a torcida é muito grande. Fiquei surpreendido com isso. Os torcedores da cidade são fanáticos, apoiam bastante", relatou.
Fonte: O Dia Online
Apresentação: Fogão aposta no cansaço do Flu para dar troco da semifinal
Eliminado da Taça Guanabara nos pênaltis pelo seu rival mais antigo, o Botafogo tem uma ótima oportunidade para dar o troco ao Fluminense no jogo deste domingo, às 18h30, no Engenhão, pela sexta rodada da Taça Rio. O time de General Severiano teve a semana inteira para se preparar para o clássico, enquanto o Fluminense passou por uma maratona aérea, cheia de escalas e com um jogo neste intervalo, na Venezuela, pela Copa Libertadores. O Tricolor, que chegou ao Rio na manhã deste sábado, treinou á tarde e seguiu direto para a concentração para recuperar seus jogadores para o clássico.
O Botafogo tem outras duas motivações para o duelo. A primeira se refere ao seu futuro dentro do Estadual do Rio. Com 13 pontos, a equipe de Oswaldo de Oliveira pode dar um passo importante para a classificação às semifinais do segundo turno do Estadual. Além disso, uma vitória complica o Fluminense - campeão da Taça Guanabara - na Taça Rio. O time tricolor soma apenas seis pontos e ocupa a terceira colocação no grupo B. Uma derrota coloca a vaga para a próxima fase em risco.
O cansaço é o principal assunto no Fluminense. “Não temos muito o que fazer. Já estamos sem Diguinho e Anderson, jogadores fundamentais no nosso esquema e que estão suspensos. Escalei a equipe com base no que os jogadores me disseram em relação ao desgaste de cada um. Quem jogar, como forma de compensação, só volta a treinar na quarta-feira. Os que não jogarem voltam na terça à tarde”, disse o técnico Abel Braga.
A atividade comandada pelo treinador, no entanto, deixou claro quais jogadores serão poupados do clássico. Serão quatro: Deco, Thiago Neves, Wellington Nem e Bruno, que não participaram da movimentação e estão fora. Por outro lado, Fred, Valência, Carlinhos, Leandro Euzébio e Diego Cavalieri deverão começar entre os titulares. Sem poder contar com os suspensos Diguinho e Anderson, Abel lançou Edinho e Gum em suas posições.
No lado alvinegro, Oswaldo de Oliveira aposta que o Flu virá com o máximo de titulares que puder e diz que precisa se preocupar com os problemas do Botafogo, e não com os do rival. O treinador ainda não sabe se poderá contar com o artilheiro Loco Abreu, que se contundiu no treino de sexta-feira, não participou da atividade deste sábado e está fazendo tratamento intensivo com gelo e anti-inflamatório. Se não puder jogar, Herrera será o substituto.
"Numa situação dessas, não posso ficar me preocupando se o Fluminense jogou, se está viajando. É uma equipe muito qualificada. Eles não tem jogos no próximo meio de semana, então acho que jogarão com os titulares”, disse Oswaldo.
Uma das razões para a aposta feita pelo treinador é o fato de o jogo desta tarde ser de fundamental importância para o Tricolor, que em caso de derrota poderá dar adeus à Taça Rio. O Fluminense está na terceira colocação no grupo B, com 6 pontos, atrás de Bangu, líder com 9, e Vasco da Gama, que tem um a menos. Já o Botafogo vive situação bem mais confortável. Líder isolado do grupo A, com 13 pontos, o Glorioso praticamente garante vaga nas semifinais em caso de vitória.
FLUMINENSE X BOTAFOGO
Data: 01/04/2012, domingo
Horário: às 18h30 (de Brasília)
Local: estádio do Engenhão, no Rio deJaneiro (RJ)
Transmissão na TV: Premiere (PPV)
Árbitro: Leonardo da Silva Cavaleiro (RJ)
Assistentes: Gilberto Stina Pereira e Marco Aurélio Correa Reges (ambos do RJ)
FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Jean, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Edinho e Wagner; Lanzini, Rafael Moura e Fred.
Técnico: Abel Braga
BOTAFOGO
Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Fellype Gabriel, Andrezinho e Elkeson; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Fonte: UOL
O Botafogo tem outras duas motivações para o duelo. A primeira se refere ao seu futuro dentro do Estadual do Rio. Com 13 pontos, a equipe de Oswaldo de Oliveira pode dar um passo importante para a classificação às semifinais do segundo turno do Estadual. Além disso, uma vitória complica o Fluminense - campeão da Taça Guanabara - na Taça Rio. O time tricolor soma apenas seis pontos e ocupa a terceira colocação no grupo B. Uma derrota coloca a vaga para a próxima fase em risco.
O cansaço é o principal assunto no Fluminense. “Não temos muito o que fazer. Já estamos sem Diguinho e Anderson, jogadores fundamentais no nosso esquema e que estão suspensos. Escalei a equipe com base no que os jogadores me disseram em relação ao desgaste de cada um. Quem jogar, como forma de compensação, só volta a treinar na quarta-feira. Os que não jogarem voltam na terça à tarde”, disse o técnico Abel Braga.
A atividade comandada pelo treinador, no entanto, deixou claro quais jogadores serão poupados do clássico. Serão quatro: Deco, Thiago Neves, Wellington Nem e Bruno, que não participaram da movimentação e estão fora. Por outro lado, Fred, Valência, Carlinhos, Leandro Euzébio e Diego Cavalieri deverão começar entre os titulares. Sem poder contar com os suspensos Diguinho e Anderson, Abel lançou Edinho e Gum em suas posições.
No lado alvinegro, Oswaldo de Oliveira aposta que o Flu virá com o máximo de titulares que puder e diz que precisa se preocupar com os problemas do Botafogo, e não com os do rival. O treinador ainda não sabe se poderá contar com o artilheiro Loco Abreu, que se contundiu no treino de sexta-feira, não participou da atividade deste sábado e está fazendo tratamento intensivo com gelo e anti-inflamatório. Se não puder jogar, Herrera será o substituto.
"Numa situação dessas, não posso ficar me preocupando se o Fluminense jogou, se está viajando. É uma equipe muito qualificada. Eles não tem jogos no próximo meio de semana, então acho que jogarão com os titulares”, disse Oswaldo.
Uma das razões para a aposta feita pelo treinador é o fato de o jogo desta tarde ser de fundamental importância para o Tricolor, que em caso de derrota poderá dar adeus à Taça Rio. O Fluminense está na terceira colocação no grupo B, com 6 pontos, atrás de Bangu, líder com 9, e Vasco da Gama, que tem um a menos. Já o Botafogo vive situação bem mais confortável. Líder isolado do grupo A, com 13 pontos, o Glorioso praticamente garante vaga nas semifinais em caso de vitória.
FLUMINENSE X BOTAFOGO
Data: 01/04/2012, domingo
Horário: às 18h30 (de Brasília)
Local: estádio do Engenhão, no Rio deJaneiro (RJ)
Transmissão na TV: Premiere (PPV)
Árbitro: Leonardo da Silva Cavaleiro (RJ)
Assistentes: Gilberto Stina Pereira e Marco Aurélio Correa Reges (ambos do RJ)
FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Jean, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Edinho e Wagner; Lanzini, Rafael Moura e Fred.
Técnico: Abel Braga
BOTAFOGO
Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Fellype Gabriel, Andrezinho e Elkeson; Loco Abreu (Herrera)
Técnico: Oswaldo de Oliveira
Fonte: UOL
Inspirados no show de Roger Waters, Jefferson e Cavalieri são os 'muros'
O show de Roger Waters, ex-integrante da banda inglesa Pink Floyd, levantou o Engenhão na última quinta-feira. No repertório musical, os principais sucessos do álbum “The Wall” (em português, O Muro), o mais famoso do conjunto. Inspirados no título do famoso disco, Diego Cavalieri, do Fluminense, e Jefferson, do Botafogo travam neste domingo, às 18h30, com transmissão em tempo real pelo LANCENET! , o duelo das muralhas, no mesmo palco em que Waters se apresentou. Em jogo, a disputa de dois dos maiores pegadores de pênaltis do Brasil. Tremei, cobradores! Os muros estarão lá.
No último confronto, pelas semifinais da Taça Guanabara, o arqueiro do Fluminense acabou levando a melhor. Com dois pênaltis defendidos na disputa, o Muro foi Diego Cavalieri. Show para até o próprio Waters aplaudir de pé.
Mas engana-se quem pensa que Jefferson também não dança conforme a música. No Botafogo, o camisa 1 se mostrou ser um especialista em penalidades. Contra o Vasco, pegou um de Juninho e ajudou na vitória. Mais uma vez, o criador do The Wall teria de se render.
Mais qual o segredo para ser um verdadeiro muro? A explicação está na ponta da língua:
– Procuro esperar até o último instante antes de pular. Estou tendo felicidade nos últimos anos nas cobranças de pênalti e vou continuar treinando forte para melhorar ainda mais – contou Jefferson.
– Nessas horas, é preciso ter muita tranquilidade. Os pênaltis são um momento de definição, tem de manter a calma. Se o goleiro sai antes da cobrança, pode acabar errando – revelou Cavalieri.
Os discursos são parecidos. Calma e tranquilidade. Transparentes como um muro de vidro, mas fortes como concreto. Roger Waters parece prever o futuro quando ajudou a criar o álbum ‘The Wall’. Nas entrelinhas, seria mais fácil ler Diego Cavalieri e Jefferson.
LOCO ABREU E BOTAFOGO: AS PRINCIPAIS VÍTIMAS DE CAVALIERI
O Botafogo tem sido a principal vítima de Diego Cavalieri nas defesas de pênaltis e, em especial, Loco Abreu. Famoso por suas cobranças, o atacante uruguaio parece não ter sorte quando embaixo das traves está o arqueiro do Fluminense.
No ano passado, pelo Campeonato Carioca, o goleiro pegou uma cobrança do atacante, no seu melhor estilo, a cavadinha. Neste ano, pegou nas semifinais da Taça Guanabara, assim como pegou o do lateral-direito Lucas.
Mesmo assim, o goleiro garante que independente do rival, a concentração é a mesma:
– Procuro treinar muito, estudar a forma como os principais batedores cobram e manter a frieza e concentração na hora da batida – disse ao LANCENET!
MANGA BEM ATRÁS EM DEFESAS DE PÊNALTIS
Jefferson pode se considerar um privilegiado. Quando o assunto é defesa de pênaltis, ele tem números bem mais expressivos que Manga, considerado o maior goleiro da História do Botafogo. O atual dono da camisa 1 já defendeu dez penalidades (sete após seu retorno, em 2010), enquanto o ídolo do passado pegou quatro.
Curiosamente, três times sofreram duas vezes com suas defesas na marca da cal: Flamengo, Vasco e Santa Cruz. Além desses, o Bangu também parou no goleiro do Botafogo uma vez.
Os quatro pênaltis defendidos por Manga foram contra Bangu, América, Remo e São Paulo e em todas elas o Alvinegro venceu. As informações são do historiador Pedro Varanda e a contagem não engloba decisões por pênaltis.
BATE-BOLA
Diego Cavalieri, em entrevista exclusiva ao LANCENET!
1 - É mais difícil pegar pênalti em clássico?
DIEGO CAVALIERI: Pegar pênalti nunca é fácil, ainda mais em clássico, quando sempre há grandes cobradores, experientes. Temos que treinar muito e estar concentrados no momento para tentar defender.
2 - Qual o momento certo para pular na bola?
DC: Depende de cada situação. Depende do cobrador e do nosso momento pessoal no jogo. E também não vou dar todas as minhas dicas, senão fico manjado (risos).
3 - Acredita que está entre os maiores pegadores de pênaltis do Brasil ou do Mundo?
DC: Não posso fazer esse tipo de avaliação. Quem sou eu... E nem penso nisso. Só busco trabalhar sempre e me aperfeiçoar em cada fundamento para ajudar o time que eu defendo.
BATE-BOLA
Jefferson, em entrevista exclusiva ao LANCENET!
1 - Existe dificuldade maior em pegar pênalti em clássicos?
JEFFERSON: Geralmente a responsabilidade é ainda maior nesses jogos, mas sempre digo que ela é dividida entre o batedor e o goleiro. Acabou aquela história de que pênalti é loteria e que o goleiro fica em uma situação cômoda.
2 - Contra o Vasco, você apontou um canto para Juninho. Atrapalhar o batedor é importante?
J: Naquele momento que apontei para o canto não foi nada pensado. Mas estes pequenos detalhes podem tirar a atenção do jogador que vai bater os pênaltis.
3 - Você acredita que esteja entre os maiores pegadores de pênaltis do Brasil ou do mundo?
J: Trabalho para melhorar cada vez mais. Não gosto de ficar me julgando, prefiro deixar isso para os torcedores e jornalistas.
Fonte: Lancenet!
No último confronto, pelas semifinais da Taça Guanabara, o arqueiro do Fluminense acabou levando a melhor. Com dois pênaltis defendidos na disputa, o Muro foi Diego Cavalieri. Show para até o próprio Waters aplaudir de pé.
Mas engana-se quem pensa que Jefferson também não dança conforme a música. No Botafogo, o camisa 1 se mostrou ser um especialista em penalidades. Contra o Vasco, pegou um de Juninho e ajudou na vitória. Mais uma vez, o criador do The Wall teria de se render.
Mais qual o segredo para ser um verdadeiro muro? A explicação está na ponta da língua:
– Procuro esperar até o último instante antes de pular. Estou tendo felicidade nos últimos anos nas cobranças de pênalti e vou continuar treinando forte para melhorar ainda mais – contou Jefferson.
– Nessas horas, é preciso ter muita tranquilidade. Os pênaltis são um momento de definição, tem de manter a calma. Se o goleiro sai antes da cobrança, pode acabar errando – revelou Cavalieri.
Os discursos são parecidos. Calma e tranquilidade. Transparentes como um muro de vidro, mas fortes como concreto. Roger Waters parece prever o futuro quando ajudou a criar o álbum ‘The Wall’. Nas entrelinhas, seria mais fácil ler Diego Cavalieri e Jefferson.
LOCO ABREU E BOTAFOGO: AS PRINCIPAIS VÍTIMAS DE CAVALIERI
O Botafogo tem sido a principal vítima de Diego Cavalieri nas defesas de pênaltis e, em especial, Loco Abreu. Famoso por suas cobranças, o atacante uruguaio parece não ter sorte quando embaixo das traves está o arqueiro do Fluminense.
No ano passado, pelo Campeonato Carioca, o goleiro pegou uma cobrança do atacante, no seu melhor estilo, a cavadinha. Neste ano, pegou nas semifinais da Taça Guanabara, assim como pegou o do lateral-direito Lucas.
Mesmo assim, o goleiro garante que independente do rival, a concentração é a mesma:
– Procuro treinar muito, estudar a forma como os principais batedores cobram e manter a frieza e concentração na hora da batida – disse ao LANCENET!
MANGA BEM ATRÁS EM DEFESAS DE PÊNALTIS
Jefferson pode se considerar um privilegiado. Quando o assunto é defesa de pênaltis, ele tem números bem mais expressivos que Manga, considerado o maior goleiro da História do Botafogo. O atual dono da camisa 1 já defendeu dez penalidades (sete após seu retorno, em 2010), enquanto o ídolo do passado pegou quatro.
Curiosamente, três times sofreram duas vezes com suas defesas na marca da cal: Flamengo, Vasco e Santa Cruz. Além desses, o Bangu também parou no goleiro do Botafogo uma vez.
Os quatro pênaltis defendidos por Manga foram contra Bangu, América, Remo e São Paulo e em todas elas o Alvinegro venceu. As informações são do historiador Pedro Varanda e a contagem não engloba decisões por pênaltis.
BATE-BOLA
Diego Cavalieri, em entrevista exclusiva ao LANCENET!
1 - É mais difícil pegar pênalti em clássico?
DIEGO CAVALIERI: Pegar pênalti nunca é fácil, ainda mais em clássico, quando sempre há grandes cobradores, experientes. Temos que treinar muito e estar concentrados no momento para tentar defender.
2 - Qual o momento certo para pular na bola?
DC: Depende de cada situação. Depende do cobrador e do nosso momento pessoal no jogo. E também não vou dar todas as minhas dicas, senão fico manjado (risos).
3 - Acredita que está entre os maiores pegadores de pênaltis do Brasil ou do Mundo?
DC: Não posso fazer esse tipo de avaliação. Quem sou eu... E nem penso nisso. Só busco trabalhar sempre e me aperfeiçoar em cada fundamento para ajudar o time que eu defendo.
BATE-BOLA
Jefferson, em entrevista exclusiva ao LANCENET!
1 - Existe dificuldade maior em pegar pênalti em clássicos?
JEFFERSON: Geralmente a responsabilidade é ainda maior nesses jogos, mas sempre digo que ela é dividida entre o batedor e o goleiro. Acabou aquela história de que pênalti é loteria e que o goleiro fica em uma situação cômoda.
2 - Contra o Vasco, você apontou um canto para Juninho. Atrapalhar o batedor é importante?
J: Naquele momento que apontei para o canto não foi nada pensado. Mas estes pequenos detalhes podem tirar a atenção do jogador que vai bater os pênaltis.
3 - Você acredita que esteja entre os maiores pegadores de pênaltis do Brasil ou do mundo?
J: Trabalho para melhorar cada vez mais. Não gosto de ficar me julgando, prefiro deixar isso para os torcedores e jornalistas.
Fonte: Lancenet!
Estrela no primeiro clássico, Fellype Gabriel vai sem pressão contra o Flu
O ditato diz que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Mas a superstição do Botafogo prefere crer que é possível no caso de Fellype Gabriel, que joga, às 18h30m deste domingo, contra o Fluminese, seu segundo clássico pelo clube em duas semanas e pode repetir o feito histórico alcançado diante do Vasco: três gols. Entre os jogadores, porém, a tarefa é vista como uma responsabilidade geral e ninguém admite chamar a responsabilidade desta forma.
- A cobrança é para todos, Fellype já nos ajuda bastante para ter esse peso. Que possa até ser outro a decidir para dividirmos a responsabilidade, como o Herrera, o Elkeson... Mais do que nunca, aqui, quando ganha, ganha todo mundo. Quando perde, também é assim. Nem brincamos com ele, porque sabemos da dificuldade - frisou o zagueiro Antônio Carlos.
O técnico Oswaldo de Oliveira também não vê a pressão como positiva, apesar da esperança de que seu jogador mais tático faça a diferença. Segundo o meia, que assumiu a posição tão logo teve sua chance, não haverá repetição de algum ritual, apenas oração e esforço desepejado em campo. Mais preocupado com o coletivo, Fellype é outro que não explora o assunto talismã.
- É a recompensa do trabalho feito nas últimas semanas. Felizmente, tudo tem dado certo. Foi um dia especial, mas é difícil repetir. E nada do que a gente consegue, ocorre individualmente. É o time que pode vencer mais um clássico, independentemente de quem fizer o gol - pontuou o camisa 11.
O duelo entre alvinegros e tricolores será no Engenhão, com expectativa de público menor do que 15 mil pessoas. Com um time misto, o Flu ainda precisa voltar à zona de classificação da Taça Rio, enquando o Glorioso reassumiu a liderança do Grupo A, com 13 pontos.
Fonte: Globoesporte.com
- A cobrança é para todos, Fellype já nos ajuda bastante para ter esse peso. Que possa até ser outro a decidir para dividirmos a responsabilidade, como o Herrera, o Elkeson... Mais do que nunca, aqui, quando ganha, ganha todo mundo. Quando perde, também é assim. Nem brincamos com ele, porque sabemos da dificuldade - frisou o zagueiro Antônio Carlos.
O técnico Oswaldo de Oliveira também não vê a pressão como positiva, apesar da esperança de que seu jogador mais tático faça a diferença. Segundo o meia, que assumiu a posição tão logo teve sua chance, não haverá repetição de algum ritual, apenas oração e esforço desepejado em campo. Mais preocupado com o coletivo, Fellype é outro que não explora o assunto talismã.
- É a recompensa do trabalho feito nas últimas semanas. Felizmente, tudo tem dado certo. Foi um dia especial, mas é difícil repetir. E nada do que a gente consegue, ocorre individualmente. É o time que pode vencer mais um clássico, independentemente de quem fizer o gol - pontuou o camisa 11.
O duelo entre alvinegros e tricolores será no Engenhão, com expectativa de público menor do que 15 mil pessoas. Com um time misto, o Flu ainda precisa voltar à zona de classificação da Taça Rio, enquando o Glorioso reassumiu a liderança do Grupo A, com 13 pontos.
Fonte: Globoesporte.com
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