O Flamengo abriu negociação com o técnico Joel Santana. O vice de finanças do clube, Michel Levy, já até telefonou para o treinador do Bahia, para um contato inicial. O técnico tem no currículo quatro passagens anteriores pela Gávea: em 1996, 1998, 2005 e 2007, quando deixou o clube após o vexame da eliminação na Libertadores contra o América do México, para assumir a seleção da África do Sul.
Joel é uma das opções da diretoria para substitutir Vanderlei Luxemburgo. O atual treinador vive uma guerra fria com o craque do time, Ronaldinho Gaúcho -- até o flagrou com mulher na concentração do time durante a pré-temporada, em Londrina (PR). Além disso, Luxa vem sendo esvaziado pela diretoria. A própria presidente Patricia Amorim disse publicamente que a permanência do técnico depende dos resultados.
Fonte: Extra Online
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Botafogo explica apagão no treino do Potosí: atletas de chuteiras
Depois da reclamação do Real Potosí pelo apagão durante o treinamento de reconhecimento no Engenhão, na noite desta terça-feira, o Botafogo se manifestou sobre o caso. Segundo o clube, houve um desrespeito às normas estabelecidas anteriormente, com as quais a Conmebol, organizadora da Taça Libertadores, havia concordado.
Antes do treinamento, representantes do Flamengo entraram em contato com o Botafogo para pedir a liberação do treinamento do Real Potosí com chuteiras no gramado principal. A resposta foi negativa, com o aval da Conmebol, segundo o clube responsável pelo Engenhão.
Depois de um rápido passeio pelo gramado de tênis e chinelos, os jogadores do Real Potosí calçaram as chuteiras e começaram a bater bola. Poucos minutos depois, os refletores foram desligados e o campo anexo colocado à disposição para a sequência do treinamento, o que não foi aceito pela comissão técnica do clube boliviano.
A intenção do Botafogo era preservar o gramado principal para os próximos jogos. Serão três em cinco dias, começando com o confronto entre Flamengo e o clube boliviano, quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), pela Pré-Libertadores.
Segundo o Botafogo, o adversário do Fluminense no dia 7, ainda indefinido, pela primeira rodada da fase de grupos da Taça Libertadores, receberá o mesmo tratamento e não poderá treinar de chuteiras no campo principal do Engenhão.
Fonte: Globoesporte.com
Antes do treinamento, representantes do Flamengo entraram em contato com o Botafogo para pedir a liberação do treinamento do Real Potosí com chuteiras no gramado principal. A resposta foi negativa, com o aval da Conmebol, segundo o clube responsável pelo Engenhão.
Depois de um rápido passeio pelo gramado de tênis e chinelos, os jogadores do Real Potosí calçaram as chuteiras e começaram a bater bola. Poucos minutos depois, os refletores foram desligados e o campo anexo colocado à disposição para a sequência do treinamento, o que não foi aceito pela comissão técnica do clube boliviano.
A intenção do Botafogo era preservar o gramado principal para os próximos jogos. Serão três em cinco dias, começando com o confronto entre Flamengo e o clube boliviano, quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), pela Pré-Libertadores.
Segundo o Botafogo, o adversário do Fluminense no dia 7, ainda indefinido, pela primeira rodada da fase de grupos da Taça Libertadores, receberá o mesmo tratamento e não poderá treinar de chuteiras no campo principal do Engenhão.
Fonte: Globoesporte.com
Engenhão tem apagão em treino do Potosí, que critica o Flamengo
O treino de reconhecimento não foi no Maracanã, mas ainda assim os jogadores do Real Potosí se encantaram com o tamanho do Engenhão, onde jogam nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), contra o Flamengo, por uma vaga na fase de grupos da Taça Libertadores. Por volta das 20h30m, eles entraram em campo e tiraram fotos antes de bater bola no gramado. O time só não contava com um apagão depois de cerca de 30 minutos após o início da atividade.
- É uma falta de respeito. Não creio que o Flamengo tenha algo a ver com isso. Quero crer que não - afirmou o técnico Victor Zwenger.
Com pouca luz, atletas do Potosí dão sequência ao treino (Foto: Thales Soares/Globoesporte.com)
O gerente de futebol da equipe boliviana, Marco Antonio Ortega, reclamou da falta de luz e disse que o clube deu todo a condição de trabalho ao Fla na partida de ida.
- É um absurdo que tenha acontecido isso. A gente deu todas as condições para o Flamengo em Potosí. Não interessa que o estádio não é do Flamengo. A gente que correu atrás de policiamento para dar segurança ao Flamengo em Potosí.
No elenco do Potosí, apenas dois jogadores participaram da Taça Libertadores de 2007, quando o time também enfrentou o Flamengo. São eles o meia Ortiz e o atacante Yecerotte, que ainda assim não atuaram contra o clube carioca.
- Não é a mesma coisa que o Maracanã - disse o técnico Victor Zwenger, que não acredita em estádio lotado, apesar dos mais de 17 mil ingressos vendidos. - Não acho que chegue aos 30 mil. Mesmo assim, a pressão é diferente do Maracanã. O estádio é grande, mas não será determinante.
Flamengo e Real Potosí decidem quem completará o Grupo 2 da Taça Libertadores, que já conta com Lanús, da Argentina, Emelec, do Equador, e Olimpia, do Paraguai.
Fonte: Globoesporte.com
Blog: 'Crítica de Loco Abreu sobre gramados cariocas é mais do que justa'
É fato que o Botafogo não jogou nada contra o Nova Iguaçu. Não se discute. Mas a reclamação de Loco Abreu sobre os gramados horrorosos do futebol carioca é mais do que justa. Vivemos a era do profissionalismo. A cobrança é forte. Reclama-se de tudo. Esperneia-se com vontade. Xinga-se com devoção. Ninguém é poupado. Então, se existe tanta cornetagem (e é mais do que normal nos tempos modernos) é absolutamente compreensível que os jogadores peçam boas condições para executar seu trabalho. Jogar uma partida de futebol num campo ruim é como trabalhar num jornal com máquina de escrever. Já era.
O gramado de Moça Bonita está péssimo. A maioria está ruim. A bola fica viva. O risco de um buraco no meio do caminho e de uma lesão por meses é flagrante. Não tenho nada contra o Estádio do Bangu. Sou a favor que seja usado. Gostei de vê-lo sediar partidas do Estadual. Tem história. Passei dois anos da minha vida indo lá diariamente, onde trabalhei como setorista. As pessoas são ótimas. O bairro é simpático. A reabertura de Moça Bonita é saudável. Só esqueceram de arrumar o gramado.
Só isso. Gramado = futebol. Bola corre na grama. Imagine um jogo de tênis com quadra desnivelada. Uma prova de natação com água fria. Quadra de basquete com calombo. Pista de atletismo com ondulações. Adiantará mesmo reclamar, Loco? Estamos num país onde choramos vidas inocentes pela incrível queda de três prédios ao mesmo tempo. Onde bueiros explodem em plena via pública. Restaurante voam pelos ares. Se convivemos com tais absurdos, jogar um jogo com gramado abominável não deve mesmo ser nada demais. Afinal, devem dizer os iluminados de gravata, é só uma partida de futebol.
Loco Abreu está coberto de razão. Só tem um problema: não acontecerá nada. E ainda dirão que ele é chato e resmungão.
Fonte: Blog do Lédio Carmona - Globoesporte.com
O gramado de Moça Bonita está péssimo. A maioria está ruim. A bola fica viva. O risco de um buraco no meio do caminho e de uma lesão por meses é flagrante. Não tenho nada contra o Estádio do Bangu. Sou a favor que seja usado. Gostei de vê-lo sediar partidas do Estadual. Tem história. Passei dois anos da minha vida indo lá diariamente, onde trabalhei como setorista. As pessoas são ótimas. O bairro é simpático. A reabertura de Moça Bonita é saudável. Só esqueceram de arrumar o gramado.
Só isso. Gramado = futebol. Bola corre na grama. Imagine um jogo de tênis com quadra desnivelada. Uma prova de natação com água fria. Quadra de basquete com calombo. Pista de atletismo com ondulações. Adiantará mesmo reclamar, Loco? Estamos num país onde choramos vidas inocentes pela incrível queda de três prédios ao mesmo tempo. Onde bueiros explodem em plena via pública. Restaurante voam pelos ares. Se convivemos com tais absurdos, jogar um jogo com gramado abominável não deve mesmo ser nada demais. Afinal, devem dizer os iluminados de gravata, é só uma partida de futebol.
Loco Abreu está coberto de razão. Só tem um problema: não acontecerá nada. E ainda dirão que ele é chato e resmungão.
Fonte: Blog do Lédio Carmona - Globoesporte.com
Marcar primeiro gol contra pequenos vira aprendizado e lema do Botafogo
As dificuldades encontradas para superar a retranca do Nova Iguaçu têm tudo para se repetir nesta quinta-feira, contra o Madureira, em Conselheiro Galvão. Isso se o Botafogo não abrir o marcador rapidamente e primeiro do que o rival. A expectativa é do volante Renato e se estende ao grupo alvinegro, que já estudou a equipe que terá pela frente por meio do vídeo do jogo contra o Bonsucesso, em que o Tricolor Suburbano foi derrotado por 3 a 1. Segundo o camisa 8, o esquema cauteloso já havia sido posto em prática.
- Eles jogam com um meio de campo com praticamente três volantes e o Bruno Reis mais avançado, ao lado dos atacantes. Exploram as laterais, atacam muito pela ponta. Temos de aproveitar as costas dos jogadores. Esperamos que façam igual para usarmos alguns desses espaços. Mas sabemos que o Madureira deve vir com a proposta do contra-ataque, querendo o nosso erro. Temos conversado que o mais importante é aproveitarmos logo a oportunidade de fazer o gol para mexermos na estrutura deles - disse.
As partidas à tarde e em campos ruins são desgastantes, principalmente no início de temporada, quando os jogadores não estão 100% fisicamente. Além disso, o clássico estará a 72 horas de distância. Mas Renato não cogita pedir para ser poupado.
- Isso vai depender do Oswaldo, não sei se ele pensa em poupar alguém. Com os resultados, talvez. Cabe a ele decidir, mas nós queremos estar sempre ajudando. Se tiver alguém mais descansado para domingo, é importante, vai ajudar no fim da partida. Mas em clássico, e contra o Flamengo, mesmo se tiver dor, a gente consegue superar - avisou.
O rival rubro-negro, no entanto, é quem está em sequência mais complicada. Apesar de ter poupado titulares no começo do Carioca, encarou uma longa viagem para Bolívia até a semana passada e joga de novo com o Real Potosí nesta quarta à noite. Sexta, ainda tem marcado um compromisso com o Olaria, que pode ser adiado.
Fonte: Globoesporte.com
- Eles jogam com um meio de campo com praticamente três volantes e o Bruno Reis mais avançado, ao lado dos atacantes. Exploram as laterais, atacam muito pela ponta. Temos de aproveitar as costas dos jogadores. Esperamos que façam igual para usarmos alguns desses espaços. Mas sabemos que o Madureira deve vir com a proposta do contra-ataque, querendo o nosso erro. Temos conversado que o mais importante é aproveitarmos logo a oportunidade de fazer o gol para mexermos na estrutura deles - disse.
As partidas à tarde e em campos ruins são desgastantes, principalmente no início de temporada, quando os jogadores não estão 100% fisicamente. Além disso, o clássico estará a 72 horas de distância. Mas Renato não cogita pedir para ser poupado.
- Isso vai depender do Oswaldo, não sei se ele pensa em poupar alguém. Com os resultados, talvez. Cabe a ele decidir, mas nós queremos estar sempre ajudando. Se tiver alguém mais descansado para domingo, é importante, vai ajudar no fim da partida. Mas em clássico, e contra o Flamengo, mesmo se tiver dor, a gente consegue superar - avisou.
O rival rubro-negro, no entanto, é quem está em sequência mais complicada. Apesar de ter poupado titulares no começo do Carioca, encarou uma longa viagem para Bolívia até a semana passada e joga de novo com o Real Potosí nesta quarta à noite. Sexta, ainda tem marcado um compromisso com o Olaria, que pode ser adiado.
Fonte: Globoesporte.com
Jogos do Botafogo somam maior prejuízo até aqui no Estadual
Os públicos reduzidos nos estádios do Rio de Janeiro e as muitas taxas para a realização das partidas provocaram um fenômeno curioso e preocupante neste início de Campeonato Carioca. Passadas duas rodadas, 13 dos 16 jogos realizados deram prejuízo aos clubes, sendo as despesas maiores do que as arrecadações com bilheteria.
Em apenas três jogos os clubes conseguiram ver a cor do dinheiro: Vasco x Americano (R$ 38.862,54), Fluminense x Friburguense (R$ 9.657,62) e Volta Redonda x Fluminense (R$ 2.973,08). No entanto, os valores são irrisórios perto das grandes folhas salariais dos clubes grandes. Em todos os outros 13 jogos houve prejuízo, como é possível ver no quadro abaixo.
A renda líquida dos jogos das duas primeiras rodadas do Carioca 2012:
Bonsucesso x Madureira ( - 18.045,66)
Duque de Caxias x Vasco ( - 18.421,34)
Friburguense x Bangu ( - 12.065,03)
Macaé x Flamengo ( - 53,15)
Americano x Boavista ( - 12.217,00)
Resende x Olaria (- 16.414,30)
Nova Iguaçu x Botafogo ( - 23.097,07)
Volta Redonda x Fluminense ( 2.973,08)
Boavista x Duque de Caxias ( - 9.005,55)
Madureira x Macaé ( - 11.019,76)
Botafogo x Resende ( - 26.149,03)
Bangu x Volta Redonda ( - 5.391,16)
Fluminense x Friburguense ( 9.657,62)
Vasco x Americano ( 38.862,54)
Olaria x Nova Iguaçu ( – 10.898,26)
Flamengo x Bonsucesso (- 9.634,58)
Fonte: Blog Pombo Sem Asa - Globoesporte.com
Em apenas três jogos os clubes conseguiram ver a cor do dinheiro: Vasco x Americano (R$ 38.862,54), Fluminense x Friburguense (R$ 9.657,62) e Volta Redonda x Fluminense (R$ 2.973,08). No entanto, os valores são irrisórios perto das grandes folhas salariais dos clubes grandes. Em todos os outros 13 jogos houve prejuízo, como é possível ver no quadro abaixo.
A renda líquida dos jogos das duas primeiras rodadas do Carioca 2012:
Bonsucesso x Madureira ( - 18.045,66)
Duque de Caxias x Vasco ( - 18.421,34)
Friburguense x Bangu ( - 12.065,03)
Macaé x Flamengo ( - 53,15)
Americano x Boavista ( - 12.217,00)
Resende x Olaria (- 16.414,30)
Nova Iguaçu x Botafogo ( - 23.097,07)
Volta Redonda x Fluminense ( 2.973,08)
Boavista x Duque de Caxias ( - 9.005,55)
Madureira x Macaé ( - 11.019,76)
Botafogo x Resende ( - 26.149,03)
Bangu x Volta Redonda ( - 5.391,16)
Fluminense x Friburguense ( 9.657,62)
Vasco x Americano ( 38.862,54)
Olaria x Nova Iguaçu ( – 10.898,26)
Flamengo x Bonsucesso (- 9.634,58)
Fonte: Blog Pombo Sem Asa - Globoesporte.com
Empate em Moça Bonita não desanima Renato, que espera crescimento
Um dos jogadores mais experientes do elenco alvinegro, Renato é também um dos jogadores mais respeitados pela torcida botafoguense, tanto pela qualidade técnica quanto pela postura profissional. Também insatisfeito com o empate contra o Nova Iguaçu, o volante espera provar que a equipe ainda tem muito a evoluir nesta temporada.
“Quando o torcedor vai ao estádio quer a vitória, que a equipe jogue bem. Quando começarmos na Copa do Brasil esperamos estar muito melhores que nesse inicio de temporada. A equipe ainda tem muito a melhorar. O torcedor sabe e nós também”, disse o camisa 8 do Fogão.
Um dos obstáculos enfrentados pela equipe contra o Nova Iguaçu foi a dificuldade em bater um adversário que jogou recuado em grande parte do confronto. Realista, o volante espera a mesma dificuldade em Conselheiro Galvão nesta quinta-feira, quando o Botafogo encara o Madureira. Para Renato, a situação só será diferente no Carioca nos clássicos.
“Sabemos que nos clássicos ninguém fica tão fechado. Acaba sendo um jogo mais aberto, todos procuram jogar. Os pequenos vêm mais fechados. Vimos que em alguns lances o Nova Iguaçu voltava com os dez para trás da linha da bola para sair nos contra-ataques. Com o Madureira também será assim. Eles jogam esperando o erro do adversário e contra nós não sera diferente. Contra essas equipes temos que aproveitar logo a primeira oportunidade para sair na frente”, analisou, lamentando as chances perdidas em Moça Bonita.
“No último jogo a gente teve a oportunidade de marcar e a bola acabou não entrando. Se tivéssemos marcado, eles teriam que sair e outras chances iriam aparecer”, explicou o volante.
O próximo compromisso pelo Carioca é contra o Madureira, mas o jogo mais aguardado da semana certamente é o clássico de domingo contra o Flamengo. Mesmo longe do entrosamento e forma física ideal, Renato não quer saber de ser poupado na quinta-feira.
“Será um clássico na quarta rodada, logo no começo de temporada. A equipe ainda busca o melhor entrosamento, mas temos que pensar jogo a jogo. Primeiro passar pelo Madureira, que será um jogo difícil. Mas, se a gente conseguir fazer um bom placar no inicio, o Oswaldo pode pensar em poupar um ou outro jogador”, explicou Renato. “Ninguém quer estar de fora. Vai depender do treinador, cabe a ele decidir. Queremos sempre estar ajudando dentro de campo”, encerrou.
Fonte: Site Oficial do Botafogo
“Quando o torcedor vai ao estádio quer a vitória, que a equipe jogue bem. Quando começarmos na Copa do Brasil esperamos estar muito melhores que nesse inicio de temporada. A equipe ainda tem muito a melhorar. O torcedor sabe e nós também”, disse o camisa 8 do Fogão.
Um dos obstáculos enfrentados pela equipe contra o Nova Iguaçu foi a dificuldade em bater um adversário que jogou recuado em grande parte do confronto. Realista, o volante espera a mesma dificuldade em Conselheiro Galvão nesta quinta-feira, quando o Botafogo encara o Madureira. Para Renato, a situação só será diferente no Carioca nos clássicos.
“Sabemos que nos clássicos ninguém fica tão fechado. Acaba sendo um jogo mais aberto, todos procuram jogar. Os pequenos vêm mais fechados. Vimos que em alguns lances o Nova Iguaçu voltava com os dez para trás da linha da bola para sair nos contra-ataques. Com o Madureira também será assim. Eles jogam esperando o erro do adversário e contra nós não sera diferente. Contra essas equipes temos que aproveitar logo a primeira oportunidade para sair na frente”, analisou, lamentando as chances perdidas em Moça Bonita.
“No último jogo a gente teve a oportunidade de marcar e a bola acabou não entrando. Se tivéssemos marcado, eles teriam que sair e outras chances iriam aparecer”, explicou o volante.
O próximo compromisso pelo Carioca é contra o Madureira, mas o jogo mais aguardado da semana certamente é o clássico de domingo contra o Flamengo. Mesmo longe do entrosamento e forma física ideal, Renato não quer saber de ser poupado na quinta-feira.
“Será um clássico na quarta rodada, logo no começo de temporada. A equipe ainda busca o melhor entrosamento, mas temos que pensar jogo a jogo. Primeiro passar pelo Madureira, que será um jogo difícil. Mas, se a gente conseguir fazer um bom placar no inicio, o Oswaldo pode pensar em poupar um ou outro jogador”, explicou Renato. “Ninguém quer estar de fora. Vai depender do treinador, cabe a ele decidir. Queremos sempre estar ajudando dentro de campo”, encerrou.
Fonte: Site Oficial do Botafogo
Andrezinho compreende impaciência, mas pede tempo aos torcedores
As vaias ouvidas ao fim do empate com o Nova Iguaçu, no último domingo, em Moça Bonita, contrastaram com os aplausos e a sensação de otimismo não muito antes, após o Botafogo ter estreado no Carioca com triunfo sobre o Resende, por 3 a 1, no Engenhão. Essa variação de humor é vista com tranquilidade no clube, ainda que os jogadores peçam mais compreensão ao trabalho, iniciado há menos de um mês com Oswaldo de Oliveira.
O gramado em Bangu segue como um dos vilões, mas o meia Andrezinho admite que a evolução para fugir das armadilhas vai precisar acontecer. E no tempo certo.
- Ninguém espera perder ponto, mas é normal, no começo de temporada, termos dificuldades. Todos vão passar por isso. É preciso ressaltar que estamos enfrentando equipes com o propósito de defender. Já sabíamos que seria assim, só que é muito mais fácil destruir do que construir. Não estamos felizes, mas o torcedor tem que entender que o trabalho está sendo bem feito. Ele fica impaciente, mas nosso foco do dia a dia está no Botafogo. Com o passar dos jogos, ganharemos corpo e padrão. Tenho certeza de que o ano será de sucesso - cravou ele, para depois analisar.
- No futebol, não há prazo. Se pegarmos o primeiro jogo, tínhamos três ou quatro treinos com bola e deu certo, as coisas fluíram. Até porque há qualidade e o entrosamento se pega também na conversa, no instinto. Agora, em estádios menores muda de figura. Há muito tempo não vou à Madureira, mas imagino que o campo não tenha mudado de dimensão. Isso facilita para os pequenos. Vamos ter de ser mais inteligentes para superar.
O volante Renato também prega a cautela e cita a Copa do Brasil como um momento final de amadurecimento. A competição começa no dia 14 de março e, simultaneamente, a Taça Rio estará em disputa.
- Temos muito a melhorar. Estamos pegando a forma de o treinador trabalhar. Quando chegar a a Copa do Brasil, esperamos estar bem melhores fisicamente, em especial, tendo bom ritmo de jogo. Os outros rivais estão enfrentando partidas decisivas já desde agora, como o Flamengo, e isso é ainda mais complicado - acredita.
Fonte: Globoesporte.com
O gramado em Bangu segue como um dos vilões, mas o meia Andrezinho admite que a evolução para fugir das armadilhas vai precisar acontecer. E no tempo certo.
- Ninguém espera perder ponto, mas é normal, no começo de temporada, termos dificuldades. Todos vão passar por isso. É preciso ressaltar que estamos enfrentando equipes com o propósito de defender. Já sabíamos que seria assim, só que é muito mais fácil destruir do que construir. Não estamos felizes, mas o torcedor tem que entender que o trabalho está sendo bem feito. Ele fica impaciente, mas nosso foco do dia a dia está no Botafogo. Com o passar dos jogos, ganharemos corpo e padrão. Tenho certeza de que o ano será de sucesso - cravou ele, para depois analisar.
- No futebol, não há prazo. Se pegarmos o primeiro jogo, tínhamos três ou quatro treinos com bola e deu certo, as coisas fluíram. Até porque há qualidade e o entrosamento se pega também na conversa, no instinto. Agora, em estádios menores muda de figura. Há muito tempo não vou à Madureira, mas imagino que o campo não tenha mudado de dimensão. Isso facilita para os pequenos. Vamos ter de ser mais inteligentes para superar.
O volante Renato também prega a cautela e cita a Copa do Brasil como um momento final de amadurecimento. A competição começa no dia 14 de março e, simultaneamente, a Taça Rio estará em disputa.
- Temos muito a melhorar. Estamos pegando a forma de o treinador trabalhar. Quando chegar a a Copa do Brasil, esperamos estar bem melhores fisicamente, em especial, tendo bom ritmo de jogo. Os outros rivais estão enfrentando partidas decisivas já desde agora, como o Flamengo, e isso é ainda mais complicado - acredita.
Fonte: Globoesporte.com
Aprovado, Jefferson se diverte com repercussão do 'penteado amoroso'
Foi no último sábado à noite, despretensiosamente, que Jefferson teve um estalo e resolveu ousar no penteado. Ouviu gracinhas dos companheiros presentes na concentração, em General Severiano, para o jogo contra o Nova Iguaçu, quando disse o que faria. Mas seguiu em frente. Em homenagem à união que parte para o décimo ano, o goleiro do Botafogo pediu que Bruno, o cabelereiro oficial do elenco, desenhasse "te amo Michele" em sua cabeça, no lugar dos riscos estilizados que costuma pedir.
A atitude já causou efeito positivo na vida do casal, segundo o camisa 1, e fez a esposa transbordar de alegria. Quando as câmeras o focalizaram de costas pela primeira vez, em Moça Bonita, o telefone de Michele, comovida, não parou de tocar.
- Estou ganhando parabéns pela homenagem em todos os lugares. Não sabia o que fazer desta vez, aí decidi demonstrar meu carinho por ela. Na hora, todo mundo pensa e tal, mas fica com vergonha e medo. Mas, quando acabou, ficou tão bacana que os jogadores já pensam em fazer. Na verdade, soube que algumas namoradas acharam bonitinho e estão cobrando (risos) - divertiu-se Jefferson, em papo por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
As filhas Nicole, de três anos, e Debora, de um ano e meio, são os frutos do casamento de sete anos (além de dois de namoro) e viram a mãe, surpresa, vibrar pela brincadeira amorosa.
- Não esperava por isso. Jefferson é um homem romântico à moda antiga, que abre porta de carro e dá flores, mas raspar a cabeça com meu nome é demais (risos). Ele até tentou me mostrar a surpresa pelo skype, mas não dava para ver direito. Só no jogo mesmo que percebi exatamente. Foi uma surpresa deliciosa, a mais especial. São essas coisas que valorizam a relação, se importar com a alegria do outro. Acho que nenhum jogador jamais fez isso - comentou Michele.
Do Cruzeiro ao Botafogo, depois para o futebol turco, de volta ao Alvinegro e, entre 2010 e 2011, a afirmação definitiva na carreira com atuações brilhantes e as seguidas convocações para a Seleção Brasileira. Isso tudo transformou a vida e a carreira de Jefferson. Ainda assim, ele garante que tem quem o identifique melhor agora.
- Já estou até mais conhecido pelo cabelo! Tenho notado as pessoas olhando para a minha nuca para reconhecer e ter certeza que sou eu (risos). Escutei do pessoal que ninguém esperava que eu fosse arriscar fazer isso, porque sou mais sério. Mas foi do momento, valeu a pena. Esse simples ato já mudou bastante. Melhorou ainda mais nosso casamento e a relação com a família dela - conta.
Michele, no entanto, já tem uma nova missão para o marido, para provar de vez que ele não tem medo de inovar.
- Brincamos que agora só falta escrever o nome das nossas filhas!
O goleiro não pretende tirar tão cedo da cabeça a declaração, tamanha a repercussão. Mas a amada não cria expectativas a longo prazo.
- Quando começar a crescer, é normal que ele tire, não tem problema, já foi especial. Cabeça é lugar de cabelo mesmo (risos). Até porque j´pa sei que estou na cabeça dele o tempo todo, literalmente. Mas vou ficar ansiosa para uma próxima! - provoca.
Fonte: Globoesporte.com
Andrezinho: 'Não estamos felizes, mas entrosamento se ganha com o tempo'
O meia Andrezinho repetiu o discurso de Renato, há uma semana, garantindo que o Botafogo irá adquirir entrosamento ao longo do Carioca. Apesar do empate com o Nova Iguaçu ter sido frustrante, o camisa 10 disse que o futuro promete ser melhor para o Glorioso.
- Entrosamento se ganha com jogo e treino. Fomos prejudicados pelo gramado, mas não podemos usar isso como desculpa, já sabíamos desse desafio pela frente. Isso dificulta quem joga com velocidade. Temos o que evoluir em conjunto, mas com o passar dos jogos tudo vai acontecer, ganharemos corpo.
O empate irritou a torcida alvinegra que compareceu a Moça Bonita, mas Andrezinho pediu aos botafoguenses um pouco mais de paciência, dizendo que o trabalho ainda está no começo, e prometeu que a partida diante do Madureira, nesta quinta, pode marcar o começo da volta da confiança dos fãs.
- Não estamos felizes com o resultado, mas a torcida deve entender que estamos no começo do ano. É normal ficarem impacientes, mas não podemos perder o foco por resultados negativos. Confiança se conquista com bom futebol, e teremos essa chance nesta quinta-feira - disse.
Fonte: Lancenet!
- Entrosamento se ganha com jogo e treino. Fomos prejudicados pelo gramado, mas não podemos usar isso como desculpa, já sabíamos desse desafio pela frente. Isso dificulta quem joga com velocidade. Temos o que evoluir em conjunto, mas com o passar dos jogos tudo vai acontecer, ganharemos corpo.
O empate irritou a torcida alvinegra que compareceu a Moça Bonita, mas Andrezinho pediu aos botafoguenses um pouco mais de paciência, dizendo que o trabalho ainda está no começo, e prometeu que a partida diante do Madureira, nesta quinta, pode marcar o começo da volta da confiança dos fãs.
- Não estamos felizes com o resultado, mas a torcida deve entender que estamos no começo do ano. É normal ficarem impacientes, mas não podemos perder o foco por resultados negativos. Confiança se conquista com bom futebol, e teremos essa chance nesta quinta-feira - disse.
Fonte: Lancenet!
Alessandro ainda está chateado com o Botafogo: 'Pelo que fiz'
Esquecer as praias cariocas e o Botafogo-RJ está na lista de tarefas do lateral-direito Alessandro, apresentado oficialmente nesta terça-feira (31) no estádio Santa Cruz, onde ficará pelos próximos quatro meses, defendendo as cores do xará Botafogo-SP, durante o Campeonato Paulista.
Além de esquecer as paisagens litorâneas, o jogador de 34 anos terá de suar a camisa para cumprir o objetivo: voltar a campo em 10 dias.
– Não fiz uma pré-temporada como deveria ser feito. Entrei em férias dia 4 de dezembro, depois do Brasileiro. Só a partir de janeiro, quando definiu minha situação no Botafogo do Rio, comecei a treinar. Mas é diferente trabalhar num clube e fora. Eu fazia academia, pra manter meu físico, pra não ficar parado. Creio que em uma semana, dez dias, eu já estou pronto pra ajudar meus companheiros dentro de campo – disse.
Questionado sobre a possibilidade de atuar contra o Mirassol, no próximo sábado, Alessandro preferiu manter a cautela.
– Acho difícil. Ainda não estou 100%. Às vezes a vontade é tão grande de querer ajudar, mas tem que esperar um pouco. É preciso trabalhar forte para adquirir a forma física – declarou.
Nesta terça-feira (31) o jogador fez treinos físicos juntamente com o volante Leandro Carvalho, também recém-chegado ao clube. Os dois não viajarão com o elenco para Guaratinguetá, adversário desta quarta-feira (31).
Chateado com o Botafogo-RJ
Após quatro anos de Botafogo, o jogador confessa que a não renovação de contrato o deixou chateado. Segundo Alessandro, ele chegou a assinar um contrato em outubro de 2011. O papel, também assinado pelo departamento jurídico do clube carioca, foi parar nas mãos do presidente alvinegro Mauricio Assumpção Souza Junior e não voltou.
– Entrei de férias tranquilo, como eles sempre mandaram. Só faltava a assinatura do presidente, mas só que de uma hora para outra eles decidiram não assinar o meu contrato. Fiquei chateado por causa da maneira que eu sai. Pelo o que eu fiz ali dentro, o que eu construi. Uma hora eu sabia que eu ia sair – disse.
Fonte: Globoesporte.com
Além de esquecer as paisagens litorâneas, o jogador de 34 anos terá de suar a camisa para cumprir o objetivo: voltar a campo em 10 dias.
– Não fiz uma pré-temporada como deveria ser feito. Entrei em férias dia 4 de dezembro, depois do Brasileiro. Só a partir de janeiro, quando definiu minha situação no Botafogo do Rio, comecei a treinar. Mas é diferente trabalhar num clube e fora. Eu fazia academia, pra manter meu físico, pra não ficar parado. Creio que em uma semana, dez dias, eu já estou pronto pra ajudar meus companheiros dentro de campo – disse.
Questionado sobre a possibilidade de atuar contra o Mirassol, no próximo sábado, Alessandro preferiu manter a cautela.
– Acho difícil. Ainda não estou 100%. Às vezes a vontade é tão grande de querer ajudar, mas tem que esperar um pouco. É preciso trabalhar forte para adquirir a forma física – declarou.
Nesta terça-feira (31) o jogador fez treinos físicos juntamente com o volante Leandro Carvalho, também recém-chegado ao clube. Os dois não viajarão com o elenco para Guaratinguetá, adversário desta quarta-feira (31).
Chateado com o Botafogo-RJ
Após quatro anos de Botafogo, o jogador confessa que a não renovação de contrato o deixou chateado. Segundo Alessandro, ele chegou a assinar um contrato em outubro de 2011. O papel, também assinado pelo departamento jurídico do clube carioca, foi parar nas mãos do presidente alvinegro Mauricio Assumpção Souza Junior e não voltou.
– Entrei de férias tranquilo, como eles sempre mandaram. Só faltava a assinatura do presidente, mas só que de uma hora para outra eles decidiram não assinar o meu contrato. Fiquei chateado por causa da maneira que eu sai. Pelo o que eu fiz ali dentro, o que eu construi. Uma hora eu sabia que eu ia sair – disse.
Fonte: Globoesporte.com
Desempenho contra o Madureira terá reflexo no clássico, concorda equipe
O clássico contra o Flamengo é aguardado com ansiedade no Botafogo desde a semana passada. Mas, principalmente diante do empate com o Nova Iguaçu, no último domingo, a partida frente ao Madureira, quinta, tomou importância ainda maior do que os três pontos em questão. Os jogadores concordam que, em caso de novo tropeço, a pressão ficará maior e a confiança, diminuirá. Por isso, o foco, por enquanto, tem direção certa.
- Oswaldo tem nos passado que é uma semana decisiva, não só para as pretensões na Taça Guanabara, mas para a sequência tranquila do trabalho. Não podemos ficar pensando no jogo de domingo, senão o foco e a concentração na quinta, que ganhou importância ainda maior, serão perdidos. E o resultado vai se refletir diretamente no clássico - alertou o meia Andrezinho.
- Para tudo o que se faz, é preciso ter confiança. E no futebol ela vem com o resultado. Se ganhamos, é o melhor, se perde, é o pior. O bom desempenho ajuda muito no resultado, que ajuda depois nessa motivação e força para encararmos o desafio seguinte - concluiu.
Loco Abreu tem a mesma visão do companheiro.
- É inevitável pensar, já falamos sobre isso. É outro peso. Mas não podemos e não vamos faltar com respeito ao Madureira. É jogo que vale os mesmos três pontos. E o que fizemos de bom na quinta, apagando o empate anterior, repercute positivamente no domingo - disse o atacante.
Fonte: Globoesporte.com
- Oswaldo tem nos passado que é uma semana decisiva, não só para as pretensões na Taça Guanabara, mas para a sequência tranquila do trabalho. Não podemos ficar pensando no jogo de domingo, senão o foco e a concentração na quinta, que ganhou importância ainda maior, serão perdidos. E o resultado vai se refletir diretamente no clássico - alertou o meia Andrezinho.
- Para tudo o que se faz, é preciso ter confiança. E no futebol ela vem com o resultado. Se ganhamos, é o melhor, se perde, é o pior. O bom desempenho ajuda muito no resultado, que ajuda depois nessa motivação e força para encararmos o desafio seguinte - concluiu.
Loco Abreu tem a mesma visão do companheiro.
- É inevitável pensar, já falamos sobre isso. É outro peso. Mas não podemos e não vamos faltar com respeito ao Madureira. É jogo que vale os mesmos três pontos. E o que fizemos de bom na quinta, apagando o empate anterior, repercute positivamente no domingo - disse o atacante.
Fonte: Globoesporte.com
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