Uma sequência de faltas no primeiro tempo, muita reclamação e um cartão amarelo "no grito", segundo Oswaldo de Oliveira. A origem da expulsão de Lucas e, consequentemente, da queda de rendimento do Botafogo no segundo tempo da primeira partida da final do estadual, contra o Fluminense, que terminou 4 a 1, aconteceu nos primeiros trinta minutos. No vestiário, o camisa 2 estava abatido, como esperado, e o treinador teve pouco tempo para tentar acalmá-lo.
- O jogador está muito abatido realmente, conversamos rapidamente. Mas, assim como o time, tem de reagir rapidamente, porque temos outra situação pela frente. O futebol acontece numa velocidade grande, e o Lucas sabe disso. Depois da Copa do Brasil, pensamos no Fluminense de novo e vou ver quem entra no lugar dele - disse Oswaldo, sobre a suspensão automática.
Por não ter um reserva de ofício inscrito ainda - Lennon, do Vila Nova, foi contratado, mas aguarda aos documentos -, o lateral-direito deve ser mantido diante do Vitória, quarta-feira. Antes, passará por sessão com a psicóloga do clube, Maíra Ruas, que dará atenção especial a ele.
O comandante alvinegro, porém, reclamou da maneira como o árbitro Luis Antonio Silva Santos, o Índio, teria se deixado levar pela encenação de um tricolor ao ser derrubado por Lucas.
- Lamentei na hora o primeiro cartão que ele levou, porque o adversário deu um grito e o árbitro deu o cartão depois. Como o Elkeson, por exemplo, não gritava nas tantas faltas que sofreu, nenhum do Fluminense levou. E o Gum agarrou o Loco Abreu na área e nada foi marcado. São situações eventuais. Se toda vez que um jogador levar amarelo tiver que sair, não vai ter mais jogo. Se ao menos eles estivessem atacando só por ali... - argumentou.
Botafogo e Fluminense voltam a se enfrentar no domingo que vem, às 16h, no Engenhão. O Alvinegro precisa vencer por três gols de diferença para conduzir a decisão aos pênaltis. Na quarta-feira, o Vitória é o rival, pelas oitavas da Copa do Brasil.
Fonte: Globoesporte.com
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