A intenção deste texto não é crucificar Loco Abreu nem elegê-lo culpado pelo vice-campeonato carioca. Que fique claro. Até porque nos orgulhamos de termos descoberto em um site uruguaio que ele vinha para o Botafogo e porque sempre o exaltamos como ídolo. Mas quando um jogador-símbolo de um time mostra apatia, não vibra e não se esforça, longe do papel que se espera de um líder, fica impossível acreditar.
"Hay que tener cojones". A célebre frase de Loco Abreu demonstrava toda a personalidade do uruguaio. Pois na reta final faltou justamente "cojones". Parado dentro da área, sem brigar, sem orientar e ainda perdendo gols fáceis. A limitação técnica de Abreu, assim como a idade, sempre foi superada pela postura dentro de campo.
Desta vez, foi uma postura indiferente, resumida nas declarações após a eliminação na Copa do Brasil. Ao tentar mostrar personalidade e dizer que é só um esporte, que ninguém morreu, Loco Abreu "matou" a esperança da torcida. O principal jogador da equipe desdenha da competição mais importante do semestre.
Loco Abreu, que tanto "desfruta" do futebol, não pode reclamar da excessiva valorização do esporte. Afinal, é o que lhe confere fama, dinheiro e prestígio. A parte ruim é a pressão na derrota, cabe saber conviver.
Ao perder gols que não poderia e sair vaiado em uma final pela falta de reação, Loco vai dando mostras de que seu tempo útil para o futebol vai se esgotando. Pela frente, vêm campeonatos mais fortes e as intermináveis viagens com o Uruguai. Que sirvam, ao menos, para a diretoria repensar a questão de contratar outro atacante.
"Hay que tener cojones". A célebre frase de Loco Abreu demonstrava toda a personalidade do uruguaio. Pois na reta final faltou justamente "cojones". Parado dentro da área, sem brigar, sem orientar e ainda perdendo gols fáceis. A limitação técnica de Abreu, assim como a idade, sempre foi superada pela postura dentro de campo.
Desta vez, foi uma postura indiferente, resumida nas declarações após a eliminação na Copa do Brasil. Ao tentar mostrar personalidade e dizer que é só um esporte, que ninguém morreu, Loco Abreu "matou" a esperança da torcida. O principal jogador da equipe desdenha da competição mais importante do semestre.
Loco Abreu, que tanto "desfruta" do futebol, não pode reclamar da excessiva valorização do esporte. Afinal, é o que lhe confere fama, dinheiro e prestígio. A parte ruim é a pressão na derrota, cabe saber conviver.
Ao perder gols que não poderia e sair vaiado em uma final pela falta de reação, Loco vai dando mostras de que seu tempo útil para o futebol vai se esgotando. Pela frente, vêm campeonatos mais fortes e as intermináveis viagens com o Uruguai. Que sirvam, ao menos, para a diretoria repensar a questão de contratar outro atacante.
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