Após o clássico, os jogadores reservas do Fluminense, liderados por Edinho, Rafael Sobis e Rafael Moura, acompanhados do preparador físico do clube, Cristiano Nunes, resolveram realizar um treino físico no gramado do Engenhão, assim que o árbitro deu o apito final. Fato este que gerou uma pequena discórdia entre o engenheiro-agrônomo do estádio, Arthur Mello, a Federação Carioca de Futebol e os suplentes tricolores.
Ao avistar os jogadores do Fluminense realizando piques no gramado, Arthur Mello se dirigiu até a preparador físico do Flu e pediu para que o treino fosse encerrado, imediatamente:
– Isso não pode. Jogo acabou, isso não é campo de treino para ficar brincando. Não é Botafogo, Fluminense. Acabou sai de campo. Os reservas agora vão ficar treinando até que horas? Isso é falta de respeito, é um absurdo, Professor (Cristiano Nunes). Recebemos todos bem aqui, temos carinho. Isso aqui não é brincadeira de criança, falta de responsabilidade. Não existe regulamento que preveja treino depois do jogo. Isso não existe – disparou à Rádio Manchete
Como o Fluminense não comunicou sobre a tal atividade extra, representantes da Ferj tiveram que intervir para não haver um início de confusão. Após alguns minutos de discussão, os jogadores do Fluminense resolveram se retirar do gramado e realizar a atividade na parte exterior do campo, próximo as pistas de atletismo, onde permaneceram por cerca de 15 minutos.
Já o técnico Abel Braga, alheio à polêmica, e sem conhecimento de tal assunto, afirmou que a ideia do treino físico, após a partida, partiu dos próprios suplentes:
- Isso partiu deles não partiu da gente, partiu deles mesmos, principalmente do Edinho. Esse é o grupo que está ganahndo. Todos unidos e querendo trabalhar - afirmou.
Fonte: Lancenet! e Rádio Manchete
Nenhum comentário:
Postar um comentário