domingo, 20 de novembro de 2011

Presida explica dívidas e reclama das cíveis. Taílson penhorou R$3,2 milhões

O DIA: Como o senhor encara o fato de estudos apontarem que o Botafogo tem a maior dívida do futebol brasileiro?
MAURICIO ASSUMPÇÃO: Recentemente, tivemos um estudo de uma auditoria externa independente, que será enviado ao Conselho Deliberativo, que mostra que não houve aumento de passivo. Houve o pagamento de dívidas antigas. Outra questão é que, ao adquirirmos os direitos econômicos de jogadores, passamos a ter passivo no caixa. E nós adquirimos muitos. Marcelo Mattos, Renato, Cortês, Elkeson, Maicosuel, Herrera. E isso entra no seu caixa inicialmente como despesa, no passivo. Eu recusei uma proposta pelo Cortês em euros e recusei. Mas isso não se contabiliza agora. Até mesmo porque é um risco. Mas é um risco que a gente tem que correr, porque senão as nossas receitas vão ser sempre a do patrocínio da camisa ou as cotas de televisão.
- E as dívidas trabalhistas?
O Botafogo é o único clube do Rio que está dentro do ato trabalhista e renegociando uma renovação com o Tribunal Regional do Trabalho. Já a dívida fiscal é uma dívida que a Timemania chegou para resolver e não resolveu. Está todo mundo no mesmo barco. Já as dívidas cíveis são problemáticas. Ano passado, tivemos R$ 3,2 milhões penhorados da Neo Química por causa do atacante Taílson.
 



Fonte: O Dia Online 

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