Desnecessária qualquer análise técnica ou tática da goleada, fora de casa, sofrida para o Galo.
A diretoria do Botafogo, tantas vezes por aqui elogiada, jogou fora toda e qualquer possibilidade racional de êxito em suas pretensões ao demitir o técnico Caio Júnior a três rodadas do término, apresentando como justificativa a singela explicação de que "algo precisava ser feito".
O problema é que a simples dispensa do treinador não resolve problema de time nenhum se não vier acompanhada de medidas complementares.
Mas em General Severiano as articulações políticas tomaram o tempo que deveria ter sido destinado à resolução das mazelas do departamento de futebol.
E assim nada foi feito a não ser entregar a um incauto treinador de goleiros inglória missão de dirigir um time em vertiginosa queda física e técnica.
É ou não é apostar no acaso, no improviso e no amadorismo?
Fonte: Blog Futebol, Coisa e Tal - Extra
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