Enquanto o Vasco vencia sob forte temporal, em Macaé, o Botafogo patinava, debaixo de chuva fina, em Moça Bonita, onde não passou de um empate em 0 a 0 com o Nova Iguaçu. Um resultado decepcionante, principalmente pela fraca atuação do Glorioso, agora dirigido por Oswaldo de Oliveira.
Novamente com apenas um atacante de ofício (Loco Abreu), o alvinegro teve enorme dificuldades para organizar boas jogadas ofensivas e limitou-se, na maior parte do tempo, a alçar bolas altas sobre a área, na esperança de que o ídolo uruguaio conseguisse marcar. Não deu resultado.
O meio-campo, com Marcelo Matos, Renato, Andrezinho, Maicosuel e Elkeson (os dois últimos posicionados mais abertos, pelas extremas), esteve pouquíssimo inspirado e diante da reconhecida limitação técnica de seus laterais (Lucas, pela direita, e Márcio Azevedo, pela esquerda) o resultado final foi um time embolado e com muito pouca criatividade na frente.
No segundo tempo, Oswaldo trocou Elkesson (que voltou a ter atuação apagada) por Herrera, Andrezinho (que saiu demonstrando clara irritação) por Felipe Menezes e Maicossuel por Caio. De nada adiantou.
Adepto do futebol compacto e ofensivo, o treinador viu sua equipe jogar de forma esgarçada e desordenada, sem conseguir sequer ameaçar de verdade o gol adversário - e ainda levou alguns sustos em contra-ataques. Único dos grandes cariocas, fora da Libertadores, o Botafogo precisa melhorar muito, se quiser garantir o título Estadual, que serviria como uma forma de consolo neste primeiro semestre.
Jogando como jogou nesta segunda rodada, periga acabar derrotado por times mistos de Fluminense, Vasco ou Flamengo.
Fonte: Blog do Renato Mauricio Prado - O Globo Online
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Marcelo Mattos reclama da falta de ousadia: 'Faltou chutar e arriscar mais'
A apatia do Botafogo no empate sem gols com o Nova Iguaçu, na tarde deste domingo, em Moça Bonita, foi explicada pelo volante Marcelo Mattos. Para ele, o time não arriscou como deveria e precisava ser mais ousado para conseguir os três pontos.
- Acho que faltou chutar e arriscar. Eles estavam bem fechados atrás e dificultou bastante. Nosso time é muito leve e a bola ficou muito presa. Infelizmente não saiu o gol - explicou.
Já o atacante Caio, que entrou no fim do jogo, disse que Oswaldo pediu para que ele trabalhasse para a conclusão do uruguaio.
- Oswaldo pediu para eu encostar lá no ataque e fazer as jogadas para a bola aérea com o Loco, mas não deu. Agora é trabalhar para pegar o Madureira - disse o Talismã.
Fonte: Lancenet!
- Acho que faltou chutar e arriscar. Eles estavam bem fechados atrás e dificultou bastante. Nosso time é muito leve e a bola ficou muito presa. Infelizmente não saiu o gol - explicou.
Já o atacante Caio, que entrou no fim do jogo, disse que Oswaldo pediu para que ele trabalhasse para a conclusão do uruguaio.
- Oswaldo pediu para eu encostar lá no ataque e fazer as jogadas para a bola aérea com o Loco, mas não deu. Agora é trabalhar para pegar o Madureira - disse o Talismã.
Fonte: Lancenet!
Muitos erros: um cabeceio em cada 12 bolas na área para o Botafogo
Os números do empate por 0 a 0 entre Botafogo e Nova Iguaçu indicam que o time alvinegro precisa treinar um dos fundamentos mais essenciais no futebol: a precisão nos cruzamentos. A equipe de Oswaldo Oliveira teve 24 bolas alçadas na área. E apenas dois cabeceios. Também ocorreram oito jogadas de linha de fundo.
Com maior precisão, o time visitante poderia ter vencido a partida, já que teve o controle dela. Coube ao Botafogo 58% da posse de bola. E a troca de passes funcionou bem. Dos 333 toques, os alvinegros acertaram 305 – 91,5%.
O Botafogo teve apenas cinco finalizações na partida. O Nova Iguaçu fez ainda menos: só duas.
Fonte: Globoesporte.com
Com maior precisão, o time visitante poderia ter vencido a partida, já que teve o controle dela. Coube ao Botafogo 58% da posse de bola. E a troca de passes funcionou bem. Dos 333 toques, os alvinegros acertaram 305 – 91,5%.
O Botafogo teve apenas cinco finalizações na partida. O Nova Iguaçu fez ainda menos: só duas.
Fonte: Globoesporte.com
Esquema falha e Oswaldo diz: 'Não fomos bem em critério algum'
Durante a pré-temporada, o técnico Oswaldo de Oliveira se preocupou em estabelecer um padrão de jogo para o Botafogo. Com Andrezinho, Maicosuel e Elkeson, aumentou a velocidade do time para abrir espaços na defesa e criar uma alternativa para o jogo aéreo com Loco Abreu. Neste domingo, em Moça Bonita, o esquema não funcionou, muito pelo gramado pesado, mas também pelo dia ruim dos jogadores no empate por 0 a 0 com o Nova Iguaçu.
Oswaldo substituiu os três armadores de seu time no segundo tempo. Andrezinho chegou a demonstrar insatisfação ao sair de campo para a entrada de Felipe Menezes. As mudanças não funcionaram, e a grande expectativa criada pela vitória por 3 a 1 sobre o Resende caiu por terra depois do tropeço, que deixa o time na segunda posição do Grupo A, com a mesma pontuação do Flamengo, mas em desvantagem no saldo de gols.
- Não fomos bem em critério algum. Criamos poucas chances. Como não conseguimos usar nosso plano de jogo, tentamos a ligação direta com o Loco Abreu, que é uma solução antiga do Botafogo, mas que também não deu certo. Não adiantar culpar o gramado, pois estamos disputando o Campeonato Carioca e vamos enfrentar outras situações deste tipo - disse Oswaldo, lembrando o confronto com o Madureira, quinta-feira, em Conselheiro Galvão.
Confiante na evolução do time com a sequência da temporada, Oswaldo lembrou que os jogos contra os clubes menores sempre serão difíceis, apesar de este ter sido apenas o segundo empate nesses confrontos em oito disputados até agora no Carioca. O outro foi entre os reservas do Flamengo e o Macaé, sábado.
- Eles fizeram uma preparação mais longa e muitos jogam a vida nesse campeonato, pois alguns sequer estão na Série C do Brasileiro. Se estivesse no lugar deles, faria o mesmo - comentou Oswaldo, que volta a trabalhar com o grupo nesta segunda-feira, às 15h, em General Severiano.
Fonte: Globoesporte.com
Oswaldo substituiu os três armadores de seu time no segundo tempo. Andrezinho chegou a demonstrar insatisfação ao sair de campo para a entrada de Felipe Menezes. As mudanças não funcionaram, e a grande expectativa criada pela vitória por 3 a 1 sobre o Resende caiu por terra depois do tropeço, que deixa o time na segunda posição do Grupo A, com a mesma pontuação do Flamengo, mas em desvantagem no saldo de gols.
- Não fomos bem em critério algum. Criamos poucas chances. Como não conseguimos usar nosso plano de jogo, tentamos a ligação direta com o Loco Abreu, que é uma solução antiga do Botafogo, mas que também não deu certo. Não adiantar culpar o gramado, pois estamos disputando o Campeonato Carioca e vamos enfrentar outras situações deste tipo - disse Oswaldo, lembrando o confronto com o Madureira, quinta-feira, em Conselheiro Galvão.
Confiante na evolução do time com a sequência da temporada, Oswaldo lembrou que os jogos contra os clubes menores sempre serão difíceis, apesar de este ter sido apenas o segundo empate nesses confrontos em oito disputados até agora no Carioca. O outro foi entre os reservas do Flamengo e o Macaé, sábado.
- Eles fizeram uma preparação mais longa e muitos jogam a vida nesse campeonato, pois alguns sequer estão na Série C do Brasileiro. Se estivesse no lugar deles, faria o mesmo - comentou Oswaldo, que volta a trabalhar com o grupo nesta segunda-feira, às 15h, em General Severiano.
Fonte: Globoesporte.com
Loco Abreu é mais um a reclamar do gramado: 'Desse jeito não dá'
O jogadores do Botafogo acharam um dos culpados para o empate sem gols contra o Nova Iguaçu na tarde deste domingo, pela segunda rodada da Taça Guanabara. Os alvinegros reclaram das condições do gramado na saída do campo. Loco Abreu, inclusive, definiu com poucas palavras sua insatisfação.
- Desse jeito não dá - criticou após a partida, ainda no campo.
O goleiro Jefferson foi outro que não gostou da condição do jogo. O camisa 1 explicou que o clube teve que optar por alçar a bola na área para procurar o atacante Loco Abreu, mas não houve sucesso.
- Foi muito difícil. O gramado prejudicou muito a nossa atuação, a bola não rolou. Infelizmente tivemos que jogar as bolas em cima do Loco e eles neutralizaram o nosso jogo - disse.
Fonte: Lancenet!
- Desse jeito não dá - criticou após a partida, ainda no campo.
O goleiro Jefferson foi outro que não gostou da condição do jogo. O camisa 1 explicou que o clube teve que optar por alçar a bola na área para procurar o atacante Loco Abreu, mas não houve sucesso.
- Foi muito difícil. O gramado prejudicou muito a nossa atuação, a bola não rolou. Infelizmente tivemos que jogar as bolas em cima do Loco e eles neutralizaram o nosso jogo - disse.
Fonte: Lancenet!
Oswaldo de Oliveira, treinador do Botafogo, é o convidado do 'Arena' 2ª
Oswaldo de Oliveira, treinador do Botafogo, é o convidado do “Arena SporTV” desta segunda-feira. O comandante irá conversar sobre a preparação da equipe para o Campeonato Carioca e a Copa do Brasil.
Apresentado por Bruno Souza, o programa também irá analisar os principais destaques dos campeonatos estaduais, como a lesão do atacante Luis Fabiano, do São Paulo, na partida contra o São Caetano.
Para participar do programa é só acessar a página do "Arena SporTV" e enviar suas perguntas e comentários. O programa vai ao ar às 14h (de Brasília).
Fonte: Sportv.com
Apresentado por Bruno Souza, o programa também irá analisar os principais destaques dos campeonatos estaduais, como a lesão do atacante Luis Fabiano, do São Paulo, na partida contra o São Caetano.
Para participar do programa é só acessar a página do "Arena SporTV" e enviar suas perguntas e comentários. O programa vai ao ar às 14h (de Brasília).
Fonte: Sportv.com
Renato considera reclamações normais: 'Faltou aproveitar oportunidades'
Os mais de 6 mil torcedores presentes no empate em 0 a 0 entre Nova Iguaçu e Botafogo encararam o tempo frio do domingo no Rio de Janeiro, apoiaram durante o jogo e saíram de Moça Bonita frustrados. As reclamações ao fim da partida foram bem entendidas pelo volante Renato.
- É trabalhar, temos que reverter. A torcida está apoiando sempre, quando não se ganha é normal (cobrar). Temos que trabalhar e trazer alegrias para eles - disse à Rádio CBN.
- O gramado dificultava para sair no contra-ataque rápido. Criamos, mas infelizmente a bola não entrou. Faltou aproveitar as oportunidades. Se fizéssemos o gol, o Nova Iguaçu ia abrir um pouco mais, ia facilitar. Não fizemos um jogo brilhante, mas tivemos oportunidades e a bola não entrou - resumiu.
- É trabalhar, temos que reverter. A torcida está apoiando sempre, quando não se ganha é normal (cobrar). Temos que trabalhar e trazer alegrias para eles - disse à Rádio CBN.
- O gramado dificultava para sair no contra-ataque rápido. Criamos, mas infelizmente a bola não entrou. Faltou aproveitar as oportunidades. Se fizéssemos o gol, o Nova Iguaçu ia abrir um pouco mais, ia facilitar. Não fizemos um jogo brilhante, mas tivemos oportunidades e a bola não entrou - resumiu.
Gramado é 'eleito' o culpado pelo empate: 'A bola não rola, isso atrapalha'
Após o melancólico empate em 0 a 0 com o Nova Iguaçu, os jogadores do Botafogo se mostraram afinados no discurso, reclamando do gramado de Moça Bonita.
- O campo dificultou um pouco, mas o time buscou sempre a vitória. Agora, é descansar para conseguir no próximo jogo - disse rapidamente Marcio Azevedo.
- A equipe deles marcou bem, o campo grande e a bola não rola rápido. Como temos jogadores de velocidade e nosso time é leve, dificultou um pouco. A bola ficou presa. Infelizmente, não saiu o gol - lamentou Marcelo Mattos.
- É difícil. Todos que viram o jogo sabem a dificuldade do gramado, prejudicou nosso time, que é de posse de bola. Neutralizaram o Loco Abreu, ficamos sem jogada - completou Jefferson.
- O campo dificultou um pouco, mas o time buscou sempre a vitória. Agora, é descansar para conseguir no próximo jogo - disse rapidamente Marcio Azevedo.
- A equipe deles marcou bem, o campo grande e a bola não rola rápido. Como temos jogadores de velocidade e nosso time é leve, dificultou um pouco. A bola ficou presa. Infelizmente, não saiu o gol - lamentou Marcelo Mattos.
- É difícil. Todos que viram o jogo sabem a dificuldade do gramado, prejudicou nosso time, que é de posse de bola. Neutralizaram o Loco Abreu, ficamos sem jogada - completou Jefferson.
BOTAFOGO JOGA MAL E SÓ EMPATA COM O NOVA IGUAÇU: 0 A 0
A chama esteve bem menos acesa do que na estreia. Faltou um pouco de tudo ao Botafogo no empate por 0 a 0 com o Nova Iguaçu, neste domingo, em Bangu: organização para encaixar a transição do meio ao ataque, presteza para aproveitar as poucas chances criadas, inspiração para desmontar a marcação adversária. Com Loco Abreu quase fora do raio de visão dos criadores, o jeito foi apelar para bolas paradas e cruzamentos. Em vão.
O Nova Iguaçu, sem embocadura ofensiva, também não apresentou grande capacidade para movimentar o placar. O empate sem gols foi um resultado natural. O time da casa, porém, lamenta um impedimento mal marcado. Mossoró estava frente a frente com Jefferson.
Com o resultado, o Botafogo perdeu a chance de aproveitar o tropeço do Flamengo (também empatou por 0 a 0, sábado, com o Macaé) para rumar à liderança do Grupo A do Campeonato Carioca. Segue na segunda colocação, com quatro pontos, atrás dos rubro-negros no saldo de gols. O Nova Iguaçu, também com quatro, é o terceiro.
A partida teve público pagante de 2.151 pessoas e renda de R$ 47.035,00. Na quarta-feira, o Botafogo visita o Madureira, e o Nova Iguaçu, um dia depois, encara o Bonsucesso fora de casa.
Loco, o náufrago
Não fosse a companhia dos zagueiros do Nova Iguaçu, Loco Abreu não teria com quem falar no primeiro tempo em Moça Bonita. Seria engolido pelo tédio. Morreria de solidão. Porque a bola, parceria mais desejada pelo uruguaio, mal deu as caras na etapa inicial. A pobreza ofensiva do time alvinegro explica o empate por 0 a 0 nos primeiros 45 minutos.
A engrenagem meio-ataque, de bom funcionamento na vitória de 3 a 1 sobre o Resende, parecia enguiçada neste domingo. O Botafogo teve muito Andrezinho e pouco Maicosuel. Elkeson não chegou ao ataque como deveria. E Loco ficou lá no ataque, cercado apenas por adversários. Deu apenas um cabeceio, e torto, já que foi ruim o cruzamento de Lucas.
A equipe de Oswaldo de Oliveira foi mais incisiva nos primeiros minutos. E sempre com jogadas coordenadas por Andrezinho. Repetidas vezes, ele fez o goleiro Jefferson, do Nova Iguaçu, agir. Bateu duas faltas com perigo – ambas afastadas pelo oponente de luvas.
Da metade do primeiro tempo em diante, o Nova Iguaçu se consolidou em campo. Caiu a supremacia do Botafogo. Mas faltou qualidade técnica ao adversário alvinegro. Foi uma sucessão de lançamentos exagerados, passes tortos, cruzamentos errados. Não houve uma chance sequer de gol. Quando haveria, a arbitragem anulou mal um lance no qual Mossoró ficaria frente a frente com o botafoguense Jefferson. Ele não estava impedido. Poderia ter sido o gol do time mandante.
Muda o time, segue o placar
O Botafogo tentou verticalizar o jogo no segundo tempo. Não deu muito certo. A escalação inicial de Oswaldo sobreviveu até os 12 minutos, quando Elkeson deu lugar a Herrera. Assim, diminuiu o isolamento de Loco Abreu.
Não por acaso, a equipe alvinegra ficou mais aguda. E passou a criar chances. Chute de Maicosuel só não virou gol porque a cabeça de Naylhor, no meio do caminho, impediu. Loco, na sequência, mandou cabeceio, e a zaga afastou novamente. Pouco depois, o uruguaio dominaria com a mão, sem percepção da arbitragem, se livraria do goleiro e perderia nova chance ao ser desarmado.
E aí o Botafogo parou de novo. Oswaldo de Oliveira tentou novas cartadas. Colocou Felipe Menezes no lugar de Andrezinho e Caio na vaga de Maicosuel. Pouco adiantou. Era um domingo para 0 a 0.
FICHA TÉCNICA
NOVA IGUAÇU 0 X 0 BOTAFOGO
Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 29/1/2011 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Auxiliares: Michael Correia (RJ) e Luiz Felippe Scofield Guerra Costa (RJ)
Renda e público: R$ 47.035,00 / 2.151 pagantes / 3.165 presentes
Cartões amarelos: Uallace, Vagner Eugênio e Naylhor (NOV); Márcio Azevedo e Loco Abreu (BOT)
Cartões vermelhos: -
Gols: -
NOVA IGUAÇU: Jefferson, Marcelinho, Naylhor, Vagner Eugênio e Uallace (Chiquinho - Intervalo); Amaral, Luan, Mossoró (Paulo Henrique 36'/2ºT) e Dieguinho; Zambi e Leandrão (Lukian 24'/2ºT) - Técnico: Leonardo Condé.
BOTAFOGO: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Renato, Elkeson (Herrera 12'/2ºT), Andrezinho (Felipe Menezes 30'/2ºT) e Maicosuel (Caio 36'/2ºT); Loco Abreu - Técnico: Oswaldo de Oliveira.
Fonte: Globoesporte.com (texto), Lancenet! (ficha) e Fernando Soutello/AGIF (foto)
Marca Herbalife é estampada na camisa de Oswaldo de Oliveira
Patrocinado por Guaraviton e Havoline, o Botafogo tem mais uma marca exposta no jogo contra o Nova Iguaçu. A Herbalife está estampada na camisa do técnico Oswaldo de Oliveira.
No ano pasado, a Herbalife patrocinava os esportes olímpicos do Botafogo e não aparecia no futebol. Nos últimos jogos do Campeonato Brasileira, era o Banco BMG que estava na camisa do treinador, na ocasião, Caio Júnior.
No ano pasado, a Herbalife patrocinava os esportes olímpicos do Botafogo e não aparecia no futebol. Nos últimos jogos do Campeonato Brasileira, era o Banco BMG que estava na camisa do treinador, na ocasião, Caio Júnior.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Oswaldo 'disseca' o Barcelona. No Botafogo, recomenda reforços
Quando o Barcelona massacrou o Santos, na final do Mundial, muita gente (inclusive o técnico da seleção, Mano Menezes) defendeu a tese de que estávamos diante de algo absolutamente novo no futebol. Nunca abracei a idéia mas respeito as visões diferentes e sempre que tenho a oportunidade de debater o tema o faço com prazer. Como com Oswaldo de Oliveira.
Técnico campeão do mundo com o Corinthians (em 2000), atualmente dirigindo o Botafogo, após longa temporada no futebol japonês, Oswaldo é um estudioso do futebol. E vem acompanhando o Barcelona faz tempo. Por isso, confessa, se perguntava como seria o confronto da máquina da Catalunha com uma equipe brasileira.
— Agora, já sabemos e ficou uma lição: é preciso rever alguns de nossos conceitos. Principalmente, a velocidade do jogo que praticamos por aqui, onde a
transição da defesa para o ataque, e vice-versa, ainda é lenta e deixa muitos espaços entre os diversos setores do time — comenta.
O treinador alvinegro não acha, porém, que estejamos diante de algo inédito, revolucionário:
— O Corinthians do Parreira (em 2002) usava um esquema semelhante. Também tinha três homens de frente (Gil, Leandro e Deivid), os laterais (Kleber e Rogério) apoiavam muito e a posse de bola era o seu grande trunfo. A diferença é que o Barcelona de agora atingiu um nível de excelência ímpar. É o primo rico da história!
Para Oswaldo, Lionel Messi é o grande ponto de desequilíbrio.
— Xavi e Iniesta são excelentes passadores e se encaixam com perfeição nesta filosofia que o Barça trabalha há 30 anos. Essa dupla joga muito, mas o argentino é quem faz a diferença — avalia.
Apesar do banho levado pelo atual campeão das Américas, Oliveira mantém o otimismo em relação ao Brasil na Copa de 2014:
— Estamos vivendo um período de transição, como já aconteceu, por exemplo, na época do Falcão e do Evaristo à frente da seleção. Mas acho que ainda temos um bom material humano e os jovens, como Neymar, Ganso e Lucas, só precisam amadurecer até lá. Continuo acreditando no trabalho do Mano, embora reconheça que vamos ter adversários poderosíssimos, como a própria Espanha, a Alemanha e a Holanda. A Copa das Confederações, um ano antes, será o nosso grande teste e o melhor termômetro para as avaliações.
Sobre o Botafogo, a visão do treinador também é positiva:
— Estou gostando muito do espírito de cooperação dos jogadores. Todos preocupados em absorver o que tenho tentando passar: ênfase no jogo coletivo e na compactação da equipe. Não se pode mais jogar despedaçado em compartimentos estanques: ataque, meio-campo e defesa. Venho recomendando ainda alguns nomes para a diretoria tentar contratar como reforços mas, no geral, a base é muito boa.
Fonte: Coluna do Renato Maurício Prado - O Globo
Técnico campeão do mundo com o Corinthians (em 2000), atualmente dirigindo o Botafogo, após longa temporada no futebol japonês, Oswaldo é um estudioso do futebol. E vem acompanhando o Barcelona faz tempo. Por isso, confessa, se perguntava como seria o confronto da máquina da Catalunha com uma equipe brasileira.
— Agora, já sabemos e ficou uma lição: é preciso rever alguns de nossos conceitos. Principalmente, a velocidade do jogo que praticamos por aqui, onde a
transição da defesa para o ataque, e vice-versa, ainda é lenta e deixa muitos espaços entre os diversos setores do time — comenta.
O treinador alvinegro não acha, porém, que estejamos diante de algo inédito, revolucionário:
— O Corinthians do Parreira (em 2002) usava um esquema semelhante. Também tinha três homens de frente (Gil, Leandro e Deivid), os laterais (Kleber e Rogério) apoiavam muito e a posse de bola era o seu grande trunfo. A diferença é que o Barcelona de agora atingiu um nível de excelência ímpar. É o primo rico da história!
Para Oswaldo, Lionel Messi é o grande ponto de desequilíbrio.
— Xavi e Iniesta são excelentes passadores e se encaixam com perfeição nesta filosofia que o Barça trabalha há 30 anos. Essa dupla joga muito, mas o argentino é quem faz a diferença — avalia.
Apesar do banho levado pelo atual campeão das Américas, Oliveira mantém o otimismo em relação ao Brasil na Copa de 2014:
— Estamos vivendo um período de transição, como já aconteceu, por exemplo, na época do Falcão e do Evaristo à frente da seleção. Mas acho que ainda temos um bom material humano e os jovens, como Neymar, Ganso e Lucas, só precisam amadurecer até lá. Continuo acreditando no trabalho do Mano, embora reconheça que vamos ter adversários poderosíssimos, como a própria Espanha, a Alemanha e a Holanda. A Copa das Confederações, um ano antes, será o nosso grande teste e o melhor termômetro para as avaliações.
Sobre o Botafogo, a visão do treinador também é positiva:
— Estou gostando muito do espírito de cooperação dos jogadores. Todos preocupados em absorver o que tenho tentando passar: ênfase no jogo coletivo e na compactação da equipe. Não se pode mais jogar despedaçado em compartimentos estanques: ataque, meio-campo e defesa. Venho recomendando ainda alguns nomes para a diretoria tentar contratar como reforços mas, no geral, a base é muito boa.
Fonte: Coluna do Renato Maurício Prado - O Globo
Outrora especulado como opção a Rojas, Gutiérrez é anunciado pelo Bahia
O departamento de futebol profissional do Esporte Clube Bahia acertou a contratação do atleta boliviano Luis Gutiérrez, de 27 anos, que estava defendendo o Oriente Petroleiro-Bolívia.
Gutiérrez é zagueiro de origem, mas também atua como lateral esquerdo. O jogador já defendeu a seleção boliviana em várias oportunidades, inclusive como capitão da equipe, disputando as eliminatórias para a Copa do Mundo e na Copa América de 2011.
O novo reforço tricolor também jogou no futebol israelense, defendendo o Kyriat Shmona.
Gutiérrez deve chegar à Salvador no ínicio da próxima semana, para realizar exames médicos e caso seja aprovado, assinar contrato com o Bahia até o fim de 2012.
Em caso de Gutiérrez não se adaptar bem ao futebol brasileiro, o atleta será liberado, sem ônus financeiros da possível rescisão do seu contrato.
Ficha do jogador:
Nome: Luis Alberto Gutiérrez Herrera
Data de nascimento: 15/1/1985
Natural de: Santa Cruz de la Sierra - Bolívia
Altura: 1,80m
Peso: 86kg
Clubes: Oriente Petrolero-BOL (2004-2009/2009-2011) e Hapoel Ironi Kiryat Shmona-ISR (2009)
Títulos: Clausura (2010) e Torneio de Inverno (2010
Fonte: Site Oficial do Bahia
Gutiérrez é zagueiro de origem, mas também atua como lateral esquerdo. O jogador já defendeu a seleção boliviana em várias oportunidades, inclusive como capitão da equipe, disputando as eliminatórias para a Copa do Mundo e na Copa América de 2011.
O novo reforço tricolor também jogou no futebol israelense, defendendo o Kyriat Shmona.
Gutiérrez deve chegar à Salvador no ínicio da próxima semana, para realizar exames médicos e caso seja aprovado, assinar contrato com o Bahia até o fim de 2012.
Em caso de Gutiérrez não se adaptar bem ao futebol brasileiro, o atleta será liberado, sem ônus financeiros da possível rescisão do seu contrato.
Ficha do jogador:
Nome: Luis Alberto Gutiérrez Herrera
Data de nascimento: 15/1/1985
Natural de: Santa Cruz de la Sierra - Bolívia
Altura: 1,80m
Peso: 86kg
Clubes: Oriente Petrolero-BOL (2004-2009/2009-2011) e Hapoel Ironi Kiryat Shmona-ISR (2009)
Títulos: Clausura (2010) e Torneio de Inverno (2010
Fonte: Site Oficial do Bahia
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